referências básicas para a aula de 10/03/2010

Seguem referências básicas para a próxima aula.

10/03/2010 – Sociedades, culturas, diversidades.
. noções básicas em torno dos conceitos de cultura, interculturalidade, diversidade, diferença, desigualdade;
. sobre práticas, representações, discursos;
. linguagens, sociabilidades, novas mídias.

Hall, Stuart. A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo. Educação & Realidade, 1997 – ufrgs.br

(disponível em doc para download

http://www.ufrgs.br/neccso/word/texto_stuart_centralidadecultura.doc

ou em html

http://74.125.155.132/scholar?q=cache:TxFu4JJYriAJ:scholar.google.com/+cultura&hl=pt-BR&as_sdt=2000)

Resumo

O texto inicia examinando novamente a centralidade da cultura – a enorme expansão de tudo que está associado a ela, na segunda metade do século XX, e o seu papel constitutivo, hoje, em todos os aspectos da vida social. A seguir, considera os aspectos teóricos e conceituais – o amplo poder analítico e explanatório que o conceito de cultura adquiriu na teorização social. Finalmente, retorna ao momento do circuito cultural – a regulação – que é o principal foco desta obra e examina a cultura no contexto das tendências e direções contraditórias da mudança social em rela-ção ao novo milênio.
Palavras-chave: cultura, estudos culturais, mudança cultural, identidade e subjetividade, regulação, discurso

“Nas ciências sociais, em particular na sociologia, o que se considera diferenciador da “ação social” – como um comportamento que é distinto daquele que é parte da programação genética, biológica ou instintiva – é que ela requer e é relevante para o significado. Os seres humanos são seres interpretativos, instituidores de sentido. A ação social é significativa tanto para aqueles que a praticam quanto para os que a observam: não em si mesma mas em razão dos muitos e variados sistemas de significado que os seres humanos utilizam para definir o que significam as coisas e para codificar, organizar e regular sua conduta uns em relação aos outros. Estes sistemas ou códigos de significado dão sentido às nossas ações. Eles nos permitem interpretar significativamente as ações alheias. Tomados em seu conjunto, eles constituem nossas “culturas”. Contribuem para assegurar que toda ação social é “cultural”, que todas as práticas sociais expressam ou comunicam um significado e, neste sentido, são práticas de significação.”

(vide íntegra nos links indicados)

Foucault, Michel. A ordem do discurso. 11a ed., São Paulo: Ed. Loyola, 2006.

http://vsites.unb.br/fe/tef/filoesco/foucault/ordem.pdf

(…) Mas o que há assim de tão perigoso por as pessoas falarem, qual o perigo dos
discursos se multiplicarem indefinidamente? Onde é que está o perigo?

*

É esta a hipótese que eu queria apresentar, esta tarde, para situar o lugar — ou
talvez a antecâmara — do trabalho que faço: suponho que em toda a sociedade a produção do discurso é simultaneamente controlada, seleccionada, organizada e redistribuída por um certo número de procedimentos que têm por papel exorcizar-lhe os poderes e os perigos, refrear-lhe o acontecimento aleatório, disfarçar a sua pesada, temível materialidade.
É claro que sabemos, numa sociedade como a nossa, da existência de procedimentos de exclusão. O mais evidente, o mais familiar também, é o interdito. Temos consciência de que não temos o direito de dizer o que nos apetece, que não podemos falar de tudo em qualquer circunstância, que quem quer que seja, finalmente, não pode falar do que quer que seja. Tabu do objecto, ritual da circunstância, direito privilegiado ou exclusivo do sujeito que fala: jogo de três tipos de interditos que se cruzam, que se reforçam ou que se compensam, formando uma grelha complexa que está sempre a modificar-se. Basta-me referir que, nos dias que correm, as regiões onde a grelha mais se aperta, onde os quadrados negros se multiplicam, são as regiões da sexualidade e as da política: longe de ser um elemento transparente ou neutro no qual a sexualidade se desarma e a política se pacifica, é como se o discurso fosse um dos lugares onde estas regiões exercem, de maneira privilegiada, algumas dos seus mais temíveis poderes. O discurso, aparentemente, pode até nem ser nada de por aí além, mas no entanto, os interditos que o atingem, revelam, cedo, de imediato, o seu vínculo ao desejo e o poder. E com isso não há com que admirarmonos:
uma vez que o discurso — a psicanálise mostrou-o —, não é simplesmente o que manifesta (ou esconde) o desejo; é também aquilo que é objecto do desejo; e porque — e isso a história desde sempre o ensinou — o discurso não é simplesmente aquilo que traduz as lutas ou os sistemas de dominação, mas é aquilo pelo qual e com o qual se luta, é o próprio poder de que procuramos assenhorear-nos.
(…)
Seria absurdo, claro, negar a existência do indivíduo que escreve e que inventa. Mas
eu penso — e isto pelo menos a partir de uma certa época — que o indivíduo que começa a escrever um texto, no horizonte do qual gira uma obra possível, retoma à sua conta a função do autor : o que escreve e o que não escreve, o que desenha, mesmo a título de rascunho provisório, como esboço da obra, aquilo que ele deixa e que cai como as palavras do dia-a-dia, todo esse jogo de diferenças é prescrito pela função autor, tal como ele a recebe da sua época, ou tal como, por sua vez, a modifica. Pois ele pode muito bem perturbar a imagem tradicional que se tem do autor; é a partir de uma nova posição do autor que ele recortará, em tudo aquilo que ele teria podido dizer, em tudo aquilo que ele diz todos os dias, a todo o instante, o perfil ainda oscilante da sua obra. (…)
Será necessário também reconhecer naquilo a que se chama as “disciplinas” — não
as ciências — um outro princípio de limitação. Princípio esse também relativo e móvel. Princípio que permite construir, mas com base num jogo delimitado.
A organização das disciplinas opõe-se tanto ao princípio do comentário quanto ao
do autor. Ao do autor, uma vez que uma disciplina se define por um domínio de objectos, um conjunto de métodos, um corpo de proposições consideradas verdadeiras, um jogo de regras e de definições, de técnicas e de instrumentos : tudo isto constitui uma espécie de sistema anónimo à disposição de quem quer ou pode servir-se dele, sem que o seu sentido ou a sua validade estejam ligados ao seu inventor. Mas o princípio da disciplina opõe-se também ao do comentário : numa disciplina, diferentemente do comentário, não está suposto à partida que é um sentido o que deve ser redescoberto, nem está suposto que é uma identidade que deve ser repetida; está suposto antes aquilo que é necessário para a construção de novos enunciados. Para que haja disciplina, é preciso, por conseguinte, que haja a possibilidade de formular, e de formular indefinidamente, novas proposições.
Mas há mais; e há mais, sem dúvida, para que haja menos : uma disciplina não é a
soma de tudo aquilo que pode ser dito de verdadeiro a propósito de qualquer coisa ; nem mesmo é o conjunto de tudo aquilo que, a propósito de um mesmo dado, pode, pelo
princípio de coerência ou sistematização, ser aceite. A medicina não é constituída pela totalidade do que se pode dizer de verdadeiro sobre a doença ; a botânica não pode ser definida pela soma de todas as verdades que dizem respeito às plantas. Há duas razões par
a isso : em primeiro lugar, a botânica ou a medicina, como qualquer outra disciplina, são feitas tanto de erros quanto de verdades, erros que não são resíduos ou corpos estranhos, mas que têm funções positivas, uma eficácia histórica, um papel muitas vezes indistinto do das verdades. Mas por outro lado, para que uma proposição pertença à botânica ou à patologia, é preciso que ela responda a condições que em certo sentido são mais estritas e mais complexas do que a pura e simples verdade: em todo o caso, a outras condições. A proposição deve dirigir-se a um plano de objectos determinado : a partir do final do século
XVII, por exemplo, para que uma proposição fosse “botânica” era necessário que dissesse respeito à estrutura visível da planta, ao sistema das suas semelhanças próximas e longínquas ou à mecânica dos seus fluidos (e já não podia conservar, como era ainda o caso no século XVI, os seus valores simbólicos, ou o conjunto das virtudes ou propriedades que lhe eram reconhecidos na Antiguidade). Mas, não pertencendo a uma disciplina, uma proposição deve utilizar instrumentos conceptuais ou técnicas de um tipo definido ; a partir do século XIX, uma proposição deixava de ser uma proposição de medicina, ficava “fora da medicina” e ganhava um valor de fantasma individual ou de fantasia popular, se empregasse noções ao mesmo tempo metafóricas, qualitativas e substanciais (como as de obstrução, líquidos aquecidos ou sólidos ressequidos) ; ela podia, ela devia apelar, pelo contrário, a noções igualmente metafóricas, mas construídas com base noutro modelo, funcional e fisiológico este (era a irritação, a inflamação ou a degenerescência dos tecidos).
Há mais ainda : para pertencer a uma disciplina, uma proposição deve poder inscrever-se num certo tipo de horizonte teórico : basta lembrar que a procura da língua primitiva, que foi um tema plenamente aceite até ao século XVIII, era suficiente, na segunda metade do século XIX, para fazer sucumbir qualquer discurso, não digo no erro, mas na quimera e no devaneio, na pura e simples monstruosidade linguística.
No interior dos seus limites, cada disciplina reconhece proposições verdadeiras e
falsas ; mas repele para o outro lado das suas margens toda uma teratologia do saber. O exterior de uma ciência está mais e menos povoado do que julgamos : certamente que há a experiência imediata, os temas imaginários que trazem e reconduzem incessantemente crenças sem memória ; mas talvez não haja erros em sentido estrito, porque o erro não pode surgir e ser avaliado senão no interior de uma prática definida ; em contrapartida, há monstros que circulam e cuja forma muda com a história do saber. Numa palavra, uma proposição tem de passar por complexas e pesadas exigências para poder pertencer ao conjunto de uma disciplina; antes de se poder dizê-la verdadeira ou falsa, ela deve estar, como diria Canguilhem, “no verdadeiro”.

(para quem tiver disposição filosófica para refletir sobre como e porque ao longo do tempo elaboramos de muitas maneiras diferentes nossos discursos (científicos, tecnológicos, artísticos, pessoais…)em torno da complexidade da realidade e como eles vão se tornando “verdadeiros” ou “falsos”, vide texto na íntegra no link indicado e outros textos deste grande historiador e filósofo no site espaço michel foucault – http://vsites.unb.br/fe/tef/filoesco/foucault/biblio.html)

“Para Foucault, com efeito, o papel da filosofia não era, bem o
sabemos, descobrir verdades ocultas, mas tornar visível
exatamente o que já está visível, “ou seja, fazer aparecer o
que já está tão perto, o que é tão imediato, o que está
intimamente ligado a nós mesmos que exatamente por isso
não o percebemos. […] fazer ver o que vemos”. Dessa forma,
são as relações de poder que é preciso interrogar. Em um
estilo óptico, analisado por Michel de Certeau, Foucault
identificou os movimentos, as forças que não conhecemos e
que, não obstante, atravessam o nosso presente (…)
diagnosticar as forças que constituem nossa atualidade e
que ainda a movimentam. Ele tenta, desse modo, provocar
“uma interferência entre nossa realidade e o que sabemos
de nosso passado”. (…) O papel que ele se atribuiu como
intelectual (…) levar seus contemporâneos a perceber o que
estava acontecendo. E assim Foucault sonhava em 1977 com
“um intelectual destruidor das evidências e das
universalidades, aquele que localiza e indica nas inércias e
restrições do presente os pontos frágeis, as aberturas, as
linhas de força, aquele que, incessantemente, se desloca
não sabendo mais ao certo onde estará nem o que pensará
amanhã, por estar completamente atento ao presente.”

(citação de ARTIÈRES, Philippe. Dizer a atualidade. O trabalho de diagnóstico em
Michel Foucault. In: GROS, Fredric (org.) Foucault: a coragem da verdade.
São Paulo: Parábola, 2004. pp. 15-37, que consta no meu artigo “Imagens e sons de histórias do tempo presente e imediato…”. Revista de História Regional 12(1): 101-129, Verão, 2007)

Mais um longo trecho desse artigo que traz reflexões importantes sobre o tema da próxima aula e sua ligação com os processos de trabalhos dos blogs-projetos que se iniciaram em EDS. Disponível em:
http://www.revistas.uepg.br/index.php?journal=rhr&page=article&op=viewFile&path%5B%5D=332&path%5B%5D=223

Como nossa atualidade passou a ser comandada pelo sensacional, a história imediata surgiu como uma projeção do convulsionado século XX, aproximando cada vez mais o historiador e o jornalista na tentativa de explicar as velozes e profundas transformações da nossa sociedade.
Dessa forma, as principais características da história imediata, desde o seu estabelecimento, foi encurtar os prazos entre a vida das sociedades e sua primeira tentativa de interpretação e dar palavras aos que foram os atores dessa
história, considerados como arquivos vivos. Assim como qualquer outro tipo de construção histórica, para realizá-la é necessário que o historiador desenvolva a quádrupla operação de identificação, classificação, montagem e racionalização,
sempre determinada a partir do seu contexto cultural, que dita tanto a orientação da sua pesquisa quando o eixo de sua interpretação. Sua peculiaridade operacional reside no fato de que este historiador realiza sua obra numa duração particularmente breve, mas, em contrapartida, é compensado pela quantidade e pela diversidade de fontes de que dispõe.
Fontes que se unem às escritas num processo de diálogo e questionamento incessante, em que imagens e sons compõem os novos discursos da história, indo muito além de “ilustrarem” seus textos: cinema, televisão, fotografias, músicas, oralidades,
periódicos, cultura material constroem as novas tramas tecidas pelos historiadores do tempo presente e do imediato.
Está claro que hoje se considera que fontes tidas por alguns como “falsas”, “negativas” ou “mentirosas” também são legítimas para o historiador, pois constituem-se em representações dos grupos existentes sobre a nossa sociedade,
nenhum deles detentor de uma verdade absoluta. Cabe aqui destacar a importância do conceito de “representação” como prática cultural e social em torno de inúmeras apropriações e invenções de sentidos possíveis na recriação da própria prática
histórica, segundo Roger Chartier em interlocução com Michel
de Certeau:

“O objeto fundamental de uma história que visa reconhecer a
maneira pela qual os atores sociais dão sentido às suas
práticas e aos seus enunciados situa-se, portanto, na tensão
entre, de um lado, as capacidades inventivas dos indivíduos
ou das comunidades e, de outro, as restrições e as
convenções que a limitam – com mais ou menos força segundo
as posiç
ões que ocupam nas relações de dominação – o que
lhes é possível pensar, dizer e fazer. A constatação vale para
as obras eruditas e as criações estéticas, sempre inscritas
nas heranças e nas referências que as tornam concebíveis,
comunicáveis e compreensíveis. Vale, igualmente, para todas
as práticas vulgares, disseminadas, silenciosas, que
inventam o quotidiano. (…) Esta noção permite, com efeito,
ligar estreitamente as posições e relações sociais com o modo
como os indivíduos e grupos se concebem e concebem os
outros.” (Roger Chartier)

Além disso, graças à eletrônica e ao uso da informática nos meios de comunicação e nos processos de sistematização dos resultados das pesquisas, o acesso a todo tipo de representações como fontes e as possibilidades de trabalho dos historiadores se multiplicaram e se tornaram cada vez mais coletivas:

“Na medida em que se opta pelo duplo imperativo de rapidez
de execução e de cruzamentos dos documentos e de
multiplicação das fontes, o trabalho solitário se torna cada
vez mais problemático, se não inconcebível. Vivemos, talvez,
a época dos últimos artesões do solilóquio. Cada vez mais
se criam coletivos, tanto visando a pesquisa do imediato como
o que diz respeito à operação histórica.” (Jean Lacouture)

Isso alterou, inclusive, de forma quantitativa e qualitativa a percepção cronológica dos acontecimentos, revelando ainda mais como ela é construída por certas escolhas e, portanto, pode ser ambígua. Ainda sobre o trabalho do
historiador diante da quantidade e da diversidade de fontes e as dificuldades de escolher os acontecimentos a serem tratados em meio a esse universo, o fato é que nenhum deles pode utilizar todas as suas fontes e tratar de tudo o que pode ser
considerado como acontecimentos. Isto porque, ainda por cima, presencia a constante mutação do que construiu a partir deles, visto que é simultaneamente “coletor de fatos e produtor de efeitos”, explicitando definitivamente o papel parcial, subjetivo e criador que todos os historiadores exercem ao interpretarem
a realidade através da construção do conhecimento histórico:

“Jornais, rádio, televisão: em todas as situações em que os
diversos usos da mídia o colocam, o jornalista-historiador –
a menos que ele próprio seja um objeto de seu relato – tem
de enfrentar um risco muito particular: o da ruína das suas
fontes. Na medida em que é, ao mesmo tempo, o reflexo e o
criador de acontecimentos, ainda que não de dinâmica social,
o ‘imediatista’ serra constantemente o galho em cima do qual
trabalha. (…) Que resta, na historiografia contemporânea,
do ‘objeto’ carregado de uma verdade sacramental, na qual o
positivismo se julgava irredutivelmente instalado? Ninguém
mais acreditava em que uma pesquisa – e, com mais razão
ainda, uma descoberta e uma relação mais ou menos casual
– não seja seguida por um pressuposto filosófico ou pelo
ambiente sociocultural do historiador. Ligado a seu tempo,
à sua cultura, a seu meio criador, ele exprimirá com certeza
esse feixe de condicionamentos na orientação da sua
pesquisa e na interpretação que dará.” (Jean Lacouture)

Sendo assim, o que qualifica e dá crédito ao trabalho do historiador do presente é a honestidade ao manifestar suas opções, posto que, já que está condenado aos “afloramentos da subjetividade”, apenas “encontra a salvação no aclaramento
de suas orientações” (…) Como afirma Lacouture: “É se manifestando que ele se neutraliza, ou abre para si portas da eqüidade”.
Assim, se reconhece a parcialidade do historiador, inerente ao trabalho que desenvolve. Para tanto, pautamo-nos também pela famosa reflexão de Le Goff a respeito da inexistência de neutralidade no trabalho histórico:

“A intervenção do historiador que escolhe o documento,
extraindo-o do conjunto dos dados do passado, preferindo-o
a outros, atribuindo-lhe um valor de testemunho que, pelo
menos em parte, depende da sua própria posição na sociedade
da sua época e da sua organização mental, insere-se numa
situação inicial que é ainda menos ‘neutra’ do que a sua
intervenção. O documento não é inócuo. É antes de mais
nada o resultado de uma montagem, consciente ou
inconsciente, da história, da época, da sociedade que o
produziram, mas também das épocas sucessivas durante as
quais continuou a viver, talvez esquecido, durante as quais
continuou a ser manipulado, ainda que pelo silêncio.” (Jacques Le Goff)

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4 pensamentos sobre “referências básicas para a aula de 10/03/2010

  1. Professora, tá aí o blog do grupo que vai falar sobre trânsito. Fiz o Post em outro lugar, mas ficou pra aprovação da senhora, então estou passando novamente caso tenha ocorrido algum errohttp://transitoufabc.blogspot.com/

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