culturas, identidades, diversidades…

http://www.youtube.com/v/MatAT-Hd2Ko&hl=pt_BR&fs=1&

pós-modernidade ??!!! o que é isso?

http://www.youtube.com/v/yKG8no8OKDg&hl=pt_BR&fs=1&

Identidade, por Fernando Meirelles

http://www.youtube.com/v/TLqh-bwxnIY&hl=pt_BR&fs=1&

Diversidade, de Tatiana Belinky – é para crianças do século XXI, mas têm muitos adultos que ainda não aprenderam esse básico A da humanidade e alimentam preconceitos hediondos! Meu filho (Vitor, 7 anos) foi quem deu a dica no youtube quando me viu fazendo o blog… 🙂 Ele disse que esse vídeo foi feito a partir de um livro que ele leu na escola, que também se chama Diversidade. Ele disse que aprendeu que cada pessoa tem um jeito porque se fosse só de um jeito não graça! Tem que respeitar quem é diferente da gente, diz a criança.
O intelectual já pergunta: será que somente esse respeito ou “tolerância” é suficiente? Como as diferenças são hierarquizadas e transformadas em desigualdades? E o que essas noções têm a ver com cada um dos blogs-projetos?

Vide Tomaz Tadeu da Silva. A produção da identidade e da diferença. (UCS, 2000)

http://ead.ucs.br/orientador/turmaA/Acervo/web_F/web_H/file.2007-09-10.5492799236.pdf

As questões do multiculturalismo e da diferença tornaram-se, nos últimos anos, centrais na teoria educacional crítica e até mesmo nas pedagogias oficiais. Mesmo que tratadas de forma marginal, como “temas transversais”, essas questões são reconhecidas, inclusive pelo oficialismo, como legítimas questões de conhecimento. O que causa estranheza nessas discussões é, entretanto, a ausência de uma teoria da identidade e da diferença.
Em geral, o chamado “multiculturalismo” apóia-se em um vago e benevolente apelo à tolerância e ao respeito para com a diversidade e a diferença. É particularmente problemática, nessas perspectivas, a idéia de diversidade. Parece difícil que uma perspectiva que se limita a proclamar a existência da diversidade possa servir de base para uma pedagogia que coloque no seu centro a crítica política da identidade e da diferença. Na perspectiva da diversidade, a diferença e a identidade tendem a ser naturalizadas, cristalizadas, essencializadas. São tomadas como dados ou fatos da vida social diante dos quais se deve tomar posição. Em geral, a posição socialmente aceita e pedagogicamente recomendada é de respeito e tolerância para com a diversidade e a diferença. Mas será que as questões da identidade e da diferença se esgotam nessa posição liberal? E, sobretudo: essa perspectiva é suficiente para servir de base para uma pedagogia crítica e questionadora? Não deveríamos, antes de mais nada, ter uma teoria sobre a produção da identidade e da diferença? Quais as implicações políticas de conceitos como diferença, identidade, diversidade, alteridade? O que está em jogo na identidade? Como se configuraria uma pedagogia e um currículo que estivessem centrados não na diversidade, mas na diferença, concebida como processo, uma pedagogia e um currículo que não se limitassem a celebrar a identidade e a diferença, mas que buscassem problematizá-las? É para questões como essas que se volta o presente ensaio.

(foto pós-impressionista-expressionista de celular)

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2 pensamentos sobre “culturas, identidades, diversidades…

  1. Esses vídeos são muito interessantes, o que eu mais gostei foi o "Identidade – Fernando Meirelles". Que na minha opinião retrata muito bem a identidade brasileira, a nossa identidade é essa diversidade de culturas e "raças". Nada mais brasileiro que uma grande mistura de culturas e identidades.

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