Moradores confundem morte com gravação de novela em SP

Moradores da região de Jardins, na zona oeste de São Paulo, confundiram a morte de um homem com as gravações da novela “Uma Rosa com Amor”, do SBT, na tarde de quinta-feira. Pedestres, motoristas e funcionários dos prédios da região do cruzamento da alameda Santos com a avenida Brigadeiro Luís Antonio acreditaram que o corpo de um homem caído na calçada fazia parte das filmagens realizadas em um edifício nas proximidades. Populares só desconfiaram do crime à noite, quando atores e diretores da rede de TV deixaram o local, enquanto o homem permanecia caído. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

O homem vestia terno escuro e portava dois relógios no pulso esquerdo, além de uma pistola de brinquedo. A Polícia Militar só foi acionada por volta das 20h. O tenente Aurimar Cardoso Cunha, do 7.º Batalhão, um dos primeiros a chegar ao local, percebeu que o corpo já estava em rigidez cadavérica. “Calculo que morreu por volta das 16h”, disse. Segundo o policial, não havia sangue no local e o corpo não aparentava sinal de tiro ou ferimento aparente. A suspeita era de que o morto seria um ladrão de relógios, já que tinha dois no pulso.

Fonte:

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4538728-EI5030,00-Moradores+confundem+morte+com+gravacao+de+novela+em+SP.html

tentei achar uma notícia interessante sobre a Copa do Mundo e o nosso Brasil que se lascou, mas essa confusão “surpreendente” entre realidade e ficção na sociedade complexa já fez meu dia aqui… bjs

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4 pensamentos sobre “Moradores confundem morte com gravação de novela em SP

  1. e mais: a gente percebe o papel que as representações subjetivas e imateriais da TV, do cinema, etc, banalizam e fazem as pessoas se acostumar com a violência. Daí a necessidade de gente formada e preparada para criar representações diferentes, que criem outras reações das pessoas!

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  2. A TV, o cinema e o rádio muitas vezes influenciam a violência, às vezes mostram o quanto é normal ou especulam tanto que a população acaba convivendo com aquilo normalmente, assistem ou escutam aquele "caso" como o "caso Bruno", o "caso Isabela" e tantos outros mais interessado na fofoca, banalizando-os! Realmente é preciso de reações diferentes.

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