Identidade e cultura – Cultura popular

Poste aqui seu comentário (mais ou menos 5 linhas) sobre o texto: “Cultura popular: as construções de um conceito na produção historiográfica.”

http://www.scielo.br/pdf/his/v30n2/a19v30n2.pdf

Atividade deve ser submetida até no máximo dia 01/10/2012

Obs.: Essa atividade é apenas para os alunos do noturno(Professora Ana Maria Dietrich)

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35 pensamentos sobre “Identidade e cultura – Cultura popular

  1. A cultura é a marca do homem na terra, o que ele produz, é um conjunto de práticas, como sua fala, escrita, música, artes, teatro, religião e até mesmo o silêncio. Os intelectuais europeus no sec. XVIII criaram uma diferenciação entre a cultura popular (anteriormente conhecida, pejorativamente, como folclore) e cultura erudita “cultura de elite”. A cultura popular muitas vezes apresenta pontos em comum com a cultura erudita, o que torna complicado analisar onde termina uma e começa outra. Cultura popular negra engloba tradições dos negros da África para os demais países, cada qual com sua “releitura” dependendo de práticas, símbolos e objetos locais.

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  2. Como o autor Petrônio Domingues relata no texto a cultura é a expressão do hoem em todos os sentidos, nos seus costumes, na escrita, nas artes etc. Porém durante muito tempo há a distinção da cultura popular da erudita, porém o autor ressalva que para se ter ideias claras sobre a cultura deve -se desconsiderar tal separação e estudar a cultura de uma maneira mais ampla,um exemplo dessa mistificação do erudito e do popular é a chamada fusão cultural, em que numa mesma representação se encontra elelmentos do popular e do erudito.É preciso estudar e valorizar a cultura em todos os aspectos, sem separação entre popular e erudito.

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  3. O questionamento acerca da definição de cultura popular é enriquecido pelos variados parâmetros expostos ao longo do texto que iniciam sua busca de formulação resgatando antigas dualidades (cultura popular e cultura de elite) existentes desde a concepção do próprio termo cultura. A meu ver, cabe ressaltar a visão de Peter Burke que destaca ser mais conveniente o estudo das interações entre cultura popular e cultura de elite, pois é desta mescla que se originam tantas outras ricas manifestações.

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  4. A definição de cultura popular se torna um tanto quanto difícil, isso se deve a uma série de fatores, sendo um dos quais o fato da palavra cultura apresentar inúmeros significados e a palavra popular, que remete ao povo, não saber ao certo se seria povo designando população como um todo, ou ainda, a sociedade em si com exceção da elite. Um outro ponto bastante importante nessa indefinição são as próprias características da cultura popular que em sua grande maioria é transmitida oralmente, se tornando mais difícil o registro e sua oficialidade. Além desses itens sitados há também uma intersecção entre a cultura popular e a cultura erudita, o que dificulta ainda mais sua definição.
    Já no caso da cultura negra é o diferente que os une, ou seja, as populações negras em sua maior parte são originárias da África, um continente com um grande número de culturas distintas, porém com um histórico bastante parecido, marcados principalmente pelo tráfico negreiro, esse fator fez com que a população reprimida e rompida com sua própria cultura e identidade buscasse entre os seus conterrâneos semelhanças entre si, em terras até então desconhecidas para eles.

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  5. O texto de Petrônio Domingues propõe identificar o conceito de “cultura popular” em relação ao conceito de “cultura erudita” (de elite), que de maneira pretensiosa foi rotulada em meados do século XVIII como folclore. É muito fácil relacionar o ato de ir ao teatro; assistir a um concerto musical, como uma atividade cultural, entretanto, o mesmo não ocorre quando vamos a uma “festa junina”, ou numa “despedida de solteiro” consideradas, de forma pejorativa, cultura popular. O texto nos induz a inferir que cultura é toda manifestação cognitiva do ser humano desde habilidades manuais/corporais até reflexões e abstrações filosóficas. Finalmente, o texto conclui que não é possível separar cultura popular de cultura erudita e que ambas estão concatenadas de forma harmoniosa.

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  6. Cintia Barbosa – Turma C – Noturno
    O texto de Petrônio Domingues, discute cultura, em um primeiro momento distinguindo cultura popular (produzidos pelos extratos inferiores, pelas camadas iletradas e mais baixas da sociedade) de cultura erudita (que é produzida pelos extratos superiores ou pelas camadas letradas, cultas e dotadas de saber ilustrado).
    Em um outro ponto, o autor sublinha que existe um cruzamento entre as duas culturas, como por exemplo, pintores que retratavam algo da classe baixa e a elite admirava e esse encontro entre um letrado e um iletrado produz fusões culturais, não sendo possível em diversas vezes separa-las, pois elas se comunicam.

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  7. Clarice Avanzi- Turma B noturno
    É altamente complexo tentar estabelecer o que é cultura, esta é não tem forma definida. Porém, historicamente a cultura erudita tenta se estabelecer como superior, se impondo como forma de dominação dentro de um contexto de segregação social, a cultura rotulada como popular é subjugada por não ter, em sua maioria, o suporte da língua escrita. Atualmente, a cultura popular é vista por alguns estudiosos como um espaço de resistência contra aquilo que se impõem como predominante, como um campo de disputa. Ainda temos visões culturalmente etnocêntricas; entretanto a “cultura não seria uma ilha“, devemos entender a cultura como algo bem mais abrangente, articulado e variável do que costumamos supor.

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  8. Em uma busca constante de definir cultura, diversos autores no texto analisam e expõem o que para eles é a cultura e como ela é construída. Há aqueles que centralizam-na na cultura popular, fazendo discussões em torno da construção do conceito dessa cultura popular; há outros que defendem a cultura erudita e vejam a cultura popular como dependente da erudita. Mas com todas essas discussões e controvérsias podemos entender que na produção do conhecimento histórico consolida-se as duas vertentes que no fim, se completam.

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  9. Artur M. Zavitoski – Turma C – Noturno

    A conceituação de cultura popular junto com sua distinção da erudita vem se mostrando um desafio sob o olhar das pesquisas históricas, já que colocar o popular apenas como o oposto do erudito se mostrou insuficiente devido aos pontos de intersecção e influência mútua entre ambos.
    Por ser heterogênea, dinâmica, inconstante e permeada por conflitos de interesses a cultura popular, e suas origens, são de difícil definição, ora sendo encarada como um modo de resistir à cultura erudita, ora como uma maneira de conformar à ela, ora é vista com independente da cultura da elite e ora é tida como criação da própria elite por meio da indústria cultural. Por tais motivos, alguns autores vêm mudando a perspectiva do estudo sobre as culturas, focando mais na interação entre elas do que na distinção definição de seus limites.

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  10. Murilo D. Vicente Jr. – Turma C – Noturno
    Delimitar cultura popular e cultura erudita tem sido uma tarefa árdua nas produções do conhecimento histórico. Inicialmente caracterizou-se a cultura popular como a feita pelo povo e a erudita pelas classes mais favorecidas, mas quem seria o povo? Encontrava-se ai outra grande dificuldade. Ambas as culturas apresentam pontos de intersecção, apesar de que para alguns autores a cultura popular seja apenas um afronte a erudita ou um resquício desta. Atualmente com a difusão assídua da informação estes tipos de cultura se encontram cada vez mais interligadas.
    A cultura popular negra vista como homogênea por algumas pessoas é totalmente equivocada, pois, encontram-se nela diversas particularidades histórico-culturais.

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  11. A partir do próprio conceito que a cultura tem atualmente, verifica-se que essa dicotomia entre e o erudito/ popular está cada vez mais em xeque, pois a interação entre elas, os processos e os “impactos” que ocasionam na cultura de determinada sociedade é muito mais relevante tanto para os estudos quanto para reconhecê-las, a fim de que se ainda houver alguma visão menosprezada sobre a cultura popular, que seja extinta. Ainda mais que hoje, aspectos da erudita são utilizados na popular, e vice-versa.A cultura é bem mais rica quando se faz a união de ambas .

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  12. A divisão entre cultura popular, que se remete mais aos valores simbólicos, lendas, superstições e oralidade, construída pela visão de mundo das camadas mais inferiores e a cultura erudita (ou de elite) produzida pela camada culta e letrada, se torna não mais uma divisão, mas um encontro, um cruzamento, e quanto mais se tenta definir, percebe-se que esse processo de construção de cultura está em constante movimento, então não se pode mais rotular em dois conceitos, pois a cultura popular reinterpreta um sentido próprio para a realidade imposta pela classe mais alta e que faz parte da cultura erudita. Com isso, é perceptível que elas não se dividem, mas se complementam na construção da cultura, porque todas as manifestações são a marca do homem na terra. É mais importante entender a interação entre as duas, como as fusões culturais do que dar importância a essa divisão.

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  13. Marcelo Menezes – Turma B (Noturno)

    Sempre que estudamos ou discutimos acerca do tema “cultura popular”, quase automaticamente associamos o termo popular a algo inferior as chamadas “culturas eruditas”, Essa é uma discussão cujo aprofundamento nos levará a implicações metodológicas, e a divisão intrínseca de camadas da sociedade, acredito que a melhor maneira de estudar o tema seria encontrar os pontos de intersecção dentre o popular e o erudito, tendo em vista que nem sempre poderemos analisar algumas culturas de maneira correta, por estarmos sujeitos a opiniões e experiências pessoas. Fato que é que ambas derivam quase sempre de um lugar comum.

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  14. No texto Cultura popular: as construções de um conceito na produção historiográfica de Petrônio Domingues permeiam embates na construção do termo Cultura. De um lado afirma-se haverem barreiras entre a cultura popular e a erudita, de forma que esta última produza seu material, que em maior parte é escrito, e a primeira o consuma. Contudo, nesta configuração temos o problema da intersecção de ambas, já que no Renascimento, artistas utilizavam o “saber do povo” em suas obras, ou seja, são grandes as interligações. Portanto, pode-se elucidar que cultura, não somente em sua ideologia é base de conflitos e resistências de terminologias, que caracterizam diferentes classes da sociedade.

    Dayane de Cassia Cardoso – Turma C/Noturno

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  15. Antigamente separadas pelo segregação racial e econômica, as culturas popular e erudita mostram hoje que tem mais características em comum do que opostas. Classificada como pertencente a elite (pessoas letradas, cultas e capazes financeiramente de estudar), a cultura erudita era muito distante das camadas mais baixas, mas com a massificação do entretenimento e dos costumes, houve uma popularização daquilo que antes era exclusivo. O inverso também ocorreu, mesmo que considerado em menor grau, pois parte da elite também teve contato (e aprovou) com a cultura popular. O que Petrônio Domingues propõe é que passemos a encará-las não mais como opostas, mas sim como complementares, ambas vindas de uma mesma raiz e destinadas para uma mesma categoria de público.

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  16. Renan Costa Viana – Turma C Noturno – Terça 21-23, Quinta 19-21

    A cultura popular não é algo mecânico e perfeitamente delimitado. A cultura, em geral, é algo mais orgânico, mais holístico, e não pode ser vista através de dicotomias como popular/erudita. Existem fortes influências culturais, seja de cima para baixo ou de baixo para cima, que transformam a cultura popular em algo mais além de resistência a cultura dominante. A cultura popular é heterogênea e se apropria facilmente da cultura erudita, ela se modifica constantemente e caracteriza não só o espaço, mas também o tempo.

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  17. Allan Marinho – Turma C – Noturno
    Os pesquisadores acadêmicos encontram muitas divergências quando tentam definir o que é cultura, mas atualmente o conceito de cultura tem tentado abranger tudo que compreende uma sociedade. Traçar uma linha tentando encontrar um limite entre a cultura popular e a erudita é considerado complicado, muitas vezes pelo fato delas apresentarem muitos pontos em comum. Essa separação foi concretizada pelos intelectuais europeus do século XVIII, o objetivo deles era demarcar uma barreira entre as manifestações culturais da elite e as mais populares.
    As identidades negras foram formadas através da continuidade e similaridade com seu passado na África e de diferenciação e ruptura em relação as experiências traumáticas que foram forçados a passar ao longo da história.

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  18. Jorge Toledo – Turma B (noturno)
    Tendência surgida no século XVIII com o folclore (saber do povo) , a separação entre cultura popular x erudita é tema bastante polêmico e controverso no meio intelectual até os dias de hoje . Como vimos no texto, a cultura por ser algo em movimento, sendo criada e recriada constatemente , dificulta (ou impossiblita , na visão de Burke) o estabelicimento de fronteiras entre o que é popular e o que é erudito. Mesmo na cultura popular negra que traz consigo elementos específicos do continente africano e espalhados pelo mundo por ocasião do escravagismo, nos mostra o autor, o quanto ela é ambivalente, impura, hibrida nos difirentes cantos do planeta em função do contato com outras culturas.

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  19. A dicotomia entre cultura popular e cultura erudita pode ser traçada a um resquício medieval, como muitos outros, da separação entre Plebeus e Patrícios da cultura romana: aqueles que dominam têm gostos, interesses e capacidades diferentes dos dominados, e o acesso ao conhecimento e ao estudo em geral garante que estejam sempre no que se considera hoje a avant-garde, a cultura como é em sua forma mais refinada e moderna. Entretanto, há de se desconstruir essa dicotomia primordial entre o que é pejorativamente colocado como “folclore” e o “erudito”. A cultura popular é abrangente e existem diversas convergências entre os dois círculos, e a cultura como um todo muda conforme o tempo.
    A cultura da diáspora negra é um ótimo exemplo a ser considerado: além das diferenças entre os povos levados à força da África, criou-se toda uma dinâmica entre a cultura trazida e a cultura existente, definindo uma cultura completamente diferente, apesar das similaridades óbvias entre as situações.

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  20. Como dito por Petrônio Domingues disse em seu texto, a palavra cultura, em seu sentido mais amplo, significa a expressão dos homens em todos os seus sentidos. Ou, em outras palavras, é a marca do homem na Terra, algo que os animais não lograriam êxito em tentar. Mu itos polarizam a cultura com a divisão entre popular e erudita, que, em muitos momentos, pode se fundir, formando outros tipos de cultura. Portanto, é impossível entender o significado da palavra “cultura” com essa dicotomia presente.

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  21. De acordo com o texto, cultura é a manifestação do homem, sua marca na Terra. Uma forma de conceito geral tornando seu significado vago e aberto a inúmeras interpretações, originando formas como a conhecida “cultura popular” e “cultura erudita”, onde partem de bases consideradas opostas e conflituosas. No entanto, no texto de Petrônio Domingues, demonstra uma interessante aproximação dessas classes produzindo fusões culturais, indissociaveis. Na história por generalização ocorre uma tentativa de sobrepor uma cultura sobre a outra, uma forma de dominação, exemplo da cultura ocidental europeia sobre a cultura africana, a complexa e dificil conceituação de cultura objetivamente será uma tarefa constante pela fato de estar sempre em mudança.

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  22. Henrique Soares – Turma C

    Há que se ver a cultura, de modo a não torná-la campo isolado das manifestações dos diversos estratos da sociedade, como campo de intersecção dialógica; onde o popular, que ora se designa, ora se sobrepuja, da manifestação dita erudita, ou o que se chamaria legítima. Haja vista que interpretamos a nós mesmos e a nossa produção de signos culturais como forma de resistência ou adaptação de hábitos “abaixo ou acima” de nossa posição social. Nesse aspecto, e que o texto discute, relativiza-se o que é popular e erudito, uma nova abordagem da discussão que vinha no caminho de segragar a manifestação advinda do “povo” da “nata”.

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  23. Everson Jose de Souza – B Noturno

    Na primeira metade do texto o autor se propõe a exibir o modo como evolui o conceito de cultura popular, apresentando as dificuldades travadas pelos historiadores ao longo do estudo do tema. Apesar de barreiras similares, poucos foram os estudiosos citados que conseguiram visualizar a questão e observar uma interseção ou movimento mais abrangente, não se limitando unicamente a salientar uma divisão entre cultura erudita e popular, além das divergências entre suas teorias. Na segunda metade, o texto segue demonstrando a analise da cultura negra trazida por Hall, do qual ele exclui o vínculo “genético” e salienta a amplitude do transito cultural dentro da própria cultura negra, fruto da mescla entre as heranças nativas, as adquiridas e as transformadas. O interessante desta ultima análise é o fato de tal cultura ser um grande exemplo de que a busca de um molde para a definição de cultura popular, nada mais é do que a inexistência em observar os fatos juntos, mas sim em separado, e a cultura afrodescendente, em forma de desafio, vem fluida e não sólida, por tanto, difícil de se “agarrar”.

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  24. Cultura é uma palavra que está em constante transformação conceitual. Até os dias de hoje não há um consenso e há muito campo para estudo, com diversos tipos de metodologias a serem empregados. O objetivo central do texto é mostrar a construção dos conceitos de cultura popular e erudita. Essa separação pode ter começado pela elite letrada, no século XVIII, detentora de poder e definição de conceitos, atribuindo o conceito de folclóre para separar sua cultura (elite) da cultura dos pobres. O mais interessante é que apesar dos 3 séculos de distância para os dias de hoje ainda permanece uma visão elitista das pessoas que “tem” cultura erudita como superiores.

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  25. Bruna Alves – Turma B

    Percebe-se com a leitura do texto o quanto é difícil estabelecer uma definição para o que é cultura e o quanto os autores sobre o assunto se divergem ou se completam em alguns temas que norteiam o assunto. Cultura é todo tipo de manifestação do homem na terra (a marca do homem na Terra); na segunda metade do século XVIII os intelectuais europeus inventaram uma separação entre a cultura “erudita” e cultura “popular” (o que se torna um termo pejorativo), uma discussão que perdura até hoje.

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  26. Os autores buscam no texto encontrar uma definição para a cultura popular, mostrando dentro desse contexto a dificuldade cada vez maior de distinguí-la da dita cultura erudita. Cada uma pode ser grosseiramente dividida em escrita(erudita) e oral(popular) mas ao decorrer do texto observa-se que ambas se misturam e estão em constante trocas, ou seja estão interligadas por muitas ações realizadas pelas pessoas.
    No texto também é exposto a dificuldade de definir a cultura negra devido à cada particularidade do local onde esta se instala.

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  27. DIante do texto, nota-se a dificuldade dos autores em relação a conceituação do termo “cultura popular”; que através do contexto histórico, é possível perceber que sua definição se mostra bastante transitiva.
    A cultura é a expressão do homem em todos os sentidos, nos seus costumes, crenças, artes, práticas, entre outros.
    O texto enfatiza que hoje já não há mais uma distinção entre a cultura popular e a cultura erufita; e sim, que estão correlacionadas.
    Junto ao artigo, é discutido também o termo “cultura popular negra” que traduze-se nas experiências e tradições próprias das populações negras, as quais podem ser identificadas no seu estilo, seu corpo, suas práticas e suas diversas manifestações artísticas.

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  28. A separação entre cultura popular e erudita foi feita a partir de uma intervenção de intelectuais europeus no século XVIII. Primeiramente conceituou-se o termo folclore, no entanto não foi suficiente para expressar a categoria, que foi então renomeada para “cultura popular”, por ser um conceito mais amplo.
    Popular deriva que povo, abre- se uma discussão do que seria o “povo”, se consenso. O mais comum é considerar como conjunto dos cidadãos de um país. Na visão tradicional cultura popular consiste em todos os valores materiais e simbolicos produzidos pela baixa camada da sociedade. E cultura erudita pelas camadas superiores.

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  29. O principal apontamento do texto se da pela tentativa de definir a cultura popular. Como citado pelo autor do texto a cultura se forma a partir da ação e vivencia do homem em sociedade, sua arte, sua fala, sua musica, sua escrita e até mesmo seu silêncio. A discussão presente no texto se da a partir da dificuldade em definir a cultura popular, uma vez que cultura possui diversos significados e povo, nesse contexto, não se aplica a um a visão geral do conceito, estendendo-se apenas uma uma faixa da população, e é ai que se percebe a tênue linha que separa a cultura erudita (de elite) da cultura popular. E a discussão em torno da relação entre as duas se da de diversas maneiras ao longo do tempo, hora apontando a cultura popular como oposta a cultura erudita, hora como um afronta e hora como baseada ou complementar a cultura erudita.
    Também e exposta a dificuldade na definição da cultura negra, que é a cultura proveniente principalmente da África pois em cada local se instala um tipo diferente de cultura

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  30. Existe uma dificuldade clara no texto em estabelecer um paralelo entre o que é cultura popular e o que é cultura erudita. Antes, haviam diferenças entre as duas, estabelecendo, inclusive, ao longo dos anos definições distintas para cada uma. Porém, a cultura é o conjunto das expressões do homem em todos os sentidos, seja em hábitos, artes, etc. Então, hoje não há mais distinção. Ao invés disso, diz-se que elas estão correlacionadas.

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  31. Hoje dificilmente consegue-se uma diferenciação clara entre a cultura popular e a cultura dita erudita, já que o próprio conceito de cultura já possui a complicação de ser concretizado. No texto percebemos que a maior dificuldade é de se estabelecer o significado de cultura popular, podendo ser o contrário da cultura erudita, que é a cultura definida e vivenciada pela elite, ou podendo ser apenas uma cultura influenciada e complementar a cultura erudita. A cultura popular deixou de ser apenas um conceito pejorativo,como o que era usado pelos intelectuais europeus, mas ainda existe a visão de que quem possui a cultura erudita possui uma cultura superior a dos povos menos abastados.

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  32. Rafael Nunes- turma C noturno
    O que é exatamente cultura?e mais ainda o que é exatamente cultura popular?A diferenciação tradicional que se faz entre culto e “popularesco” vem perdendo força sob o ponto de vista da pesquisa pois o que se entende como “popular” pode também ser um conjunto de relações, práticas e conhecimentos repassados de geração em geração muito sutis e sofisticados, repletos de significações e simbologias também mutio usadas nas formas “eruditas”.Enfim a diferenciação daquilo que historicamente é ligado a elite e aquilo ligado aos pobres torna-se cada vez mais difícil de definir.

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  33. O artigo cultura popular: as construções de um conceito na produção nos faz refletir que para definir o conceito de cultura se faz necessário transitar por esferas interdisciplinares. E distinguir cultura popular e cultura erudita não é válidos pois as duas se comunicação, se interrelacionam, se modificam, as vezes ao mesmo tempo. Cultura Popular em suma , como diz Marilena Chuí, é um conjunto de práticas ambíguas e contraditórias, que se realizam nos
    interstícios da cultura dominante, recusando-a, aceitando-a ou confortando-se a ela.

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  34. Renan Aparicio – Turma B
    Terça-feira: 19h às 21h
    Quinta-Feira: 21h às 23h

    É curioso haver essa disparidade entre cultura popular e cultura erudita, considerando o fato de poder definir “cultura” como a “marca do homem na terra”, pois através dessa ideia, é passado que os diferentes níveis sociais deixam rastros diferentes para as gerações futuras, carregando consigo uma série de preconceitos sobre uma herança ser superior a outra. Tendo em vista essa dualidade e definição, Petrônio Domingues desenvolve em seu texto uma ideia justamente sobre o fato de a fusão entre essas culturas, hoje, estar se sobressaindo com relação a individualidade das mesmas e a grande margem que as separavam ontem, hoje podemos verificar muito mais tênue, tanto com a incorporação de aspectos populares na cultura erudita e vice-versa. Esse fenômeno contribui fundamentalmente com a quebra desses preconceitos, deteriorando o sentido pejorativo tanto de “popular” como de “erudito”, assim como contribui para um maior contato positivo entre as diferentes camadas sociais, visando eliminar a repulsa proporcionada pelas diferenças sócio-econômicas.

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  35. As manifestações culturais ao longo da história são marcas de distinção de grupos sociais. N o século XVIII, as manifestações culturais populares, ou seja, não-elitizadas eram vistas como manifestações culturais “naturais”, típica das zonas rurais. As manifestações que eram vistas como culturais ou simplesmente cultura, no sentido erudito, do racionalismo, em áreas como literatura acadêmica e música clássica, até como caráter de distanciamento da s elites com as manifestações das massas populares, muito baseadas pela oralidade e pelo “espontaneísmo”, segunda a visão elitista.
    As manifestações populares “residuais” passam a ser chamadas de cultura popular em lugar de “folclore” devido à própria mudança da dinâmica de localização geográfica das populações em geral e o termo “cultura” no sentido erudito-racional passa a ser dilatado como termos para culturas populares, no século XX.
    A dicotomia cultura erudita/popular tem um novo paradigma como expressão do espaço de interação social, muito potencializado pela cultura de massa, como televisão, jornais, radiodifusão, abarcado pela ideologia do consumo como pano de fundo.
    A diferenciação entre cultura “erudita” e “popular” vem sendo contrabalançada pelo processo de apropriação de um campo cultural pelo outro, porém muitas vezes o processo leva em conta o posicionamento da cultura dominante, possuindo pontos fortes da cultura dominante, num processo feito muitas vezes, de cima para baixo.

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