Leitura para a próxima aula (IC e CS) 16.10 Profª. Ana Maria Dietrich

Identidade, Zygmunt Bauman

https://identidadesculturas.files.wordpress.com/2011/05/bauman-zygmunt-identidade.pdf

 Como alternativa para CS, a leitura do Comunidade – Introdução e 1o. cap.

http://conflitossociais.files.wordpress.com/2011/02/bauman.pdf

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12 pensamentos sobre “Leitura para a próxima aula (IC e CS) 16.10 Profª. Ana Maria Dietrich

  1. Cintia A. S. Barbosa – Identidade e Cultura – Turma C – Noturno

    Zygmunt Bauman nasceu em uma família polonesa judia, como intelectual vivenciou os horrores do século XX – a guerra, a perseguição aos judeus e o exílio de seu pais no intuito de permanecer leal a si mesmo. Com isso ele “zomba” educadamente dos que tentam conceitualizar em definitivo a relevância política da identidade , pois, qualquer tentativa de solidificar identidade numa sociedade que tornou incertas e transitórias as identidades sociais, culturais e sexuais, levaria inevitavelmente o pensamento critico a um beco sem saída.

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  2. O texto Identidade de Zygmunt Bauman retrata o novo contexto de nossa sociedade. Os acontecimentos das últimas décadas transformaram radicalmente nosso contexto social; a globalização, o advento da internet e as quebras de grandes instituições de referência do indivíduo (como igreja, família, estado…) são exemplos de modificações. Bauman fala da passagem do “sólido para o fluído“, haveria um processo de liquefação das estruturas e instituições sociais- “fluídos“ pois não haveria como manter a forma ao longo dos anos , não devemos esperar estruturas que durem muito tempo; não haveria regras fixas e seriamos uma sociedade não localizável, versátil e volátil. Tudo isso geraria um tipo de inquietação nos indivíduos, uma lacuna de referências e uma dificuldade de criar Identidades coesas ( agora, identidade para Bauman seria um processo de construir e destruir , tentar uma identidade coesa seria uma forma de repressão) ; viveríamos numa espécie de crise social e em certos casos haveriam movimentos anti- globalização , uma busca desesperada para abrigos seguros para as incertezas do mundo atual.

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  3. Bauman retrata no seu texto “Identidade” um estudo científico e social que passa por uma questão pessoal particular sua, como judeu polonês convivendo em um país em guerra, com múltiplas identidades culturais.
    A identidade se constrói através da plenitude do tempo, da relação da pessoa com sua(s) comundidade(s) de idéias, nacionalidades e expresões culturais diversas, onde na realiadde se trata de uma ralação de pertencimento.
    O autor retrata a questão da globalização, que fazem do vontato entre diferentes identidades algo corriqueiro. O autor atenta para a questão dos exilados e imigrantes refugiados no contexto da formação da identidade.
    A questão da nacionalidade e do Estado-Nação moderno influenciou no paradigma da identidade, quando inclui os que estão dentro do seu domínio territorial soberano e delegam direitos, deveres e obrigações aos cidadãos.
    Para o autor,as múltiplas identidades marcadas pelas instituições convencionais como família, estado e igreja, entreoutras aumentam em quntidade à medida com que os grupos sociais vão surgindo e em intensidade de troca de informações e de espaços de convivência quando a quanto mais complexa a organização da sociaiedade.
    Com o processo de intensificação da globalização, as diferenças vêm sendo atenuadas como questão de barganha, formando-se “encruzilhadas culturais” diversas, contexto em que identidades rígidas tradicionalistas e inegociáveis não existem na modernidade ou perdem sua função, pois a velocidade de mudança das estruturas de poder e convenções sociais “naturais” impõe uma multiculturalidade com várias instituições convivendo nos mesmos espaços de interação social, sendo as pessoas obrigadas a cederem espaço para diversas manifestações identitárias que a cercam.
    Nesse ínterim de complexificação da questão identitária, o autor chama de “guerra pelo reconhecimento”, a questão da nexessidade de reconhecimento dos indivíduos e grupos sociais organizados como parte de uma identidade cultural maior, ou seja da própria sociedade, ao mesmo tempo que possuem identidades especiais, próprias do seu próprio núcleo de atuação dentro da sociedade. A identidade de classe ou categoria profissional no contexto da divisão social do trabalho e, consequentemente, na posição social ocupada pelas pessoas é abordada pelo autor como questão de polarização social.
    Para Bauman, o modeno debate de cidadania tem como questão central a forma de como alcançar a unidade social, apesar das diferenças.

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  4. Bauman em seu texto retrata um estudo científico da sociedade, além disso retrata de maneira clara um novo contexto social que estamos emergidos, isto é, a quebra de antigos paradigmas e o surgimento de novos, como por exemplo a revolução das tecnologias de informação, em especial a comunicação, o nascimento de um novo fenômeno, a globalização e de certa forma o rompimento de algumas instições sociais, como a igreja e a família. Olhando mais profundamente a teoria de Bauman é possível perceber a ” diluição” das instituições sociais, no qual o autor chama de liquefação,isto é, as instituições sociais não conseguem determinar regras para o funcionamento social, fazendo com o que a sociedade se torne, em certa medida, imprevisível e versátil.
    Tal versatilidade traz aos individuos certo incômodo , fazendo com que esses tenham a impressão da ” materialização da identidade” , isto é, a identidade seria uma “coisa” e portanto as sensações de pertencimento, presente na própria ideia de identitade se deconstruissem. Tal fato é descrito por Bauman como um movimento de construção e desconstrução da identidade.
    Nesse sentido muito se fala a respeito da preservação dessa sensação de pertencimento, e consequentemente da identidade. Tal situação gera o surgimento de movimentos anti-globalização e muitas iincertezas. Porém dentro dessa temática o autor acredia que é possível conquistar a unidade social, mesmo com os pluralismos presentes na mesma.

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  5. Bauman aborda questões de identidade, pertencimento entre outros, afirmando que não são tão sólidos como parece, as diversas identidades (culturais, religiosas e sociais) estão se transformando à todo o tempo. O autor critica quem tentou “solidificar” a identidade, é extremamente fazer isso numa sociedade que as identidades sexuais, culturais e sociais se tornaram transitórias.
    As pessoas que buscam a identidade no tempo real se encontram numa missão impossível, pois só pode ser realizado na infinitude do tempo.Indivíduos, dificilmente, tem relação apenas com uma comunidade de ideias, muitos de nós temos inúmeras variáveis de ideias e princípios( por exemplo: homem, português, católico, economista).
    A identidade está conectada à ruína do estado de bem-estar social e depois ao aumento de insegurança com a ansiedade no comportamento, tomada de decisões, projetos de vidade homem e mulher na sociedade ocidental que Zygmunt denomina de corrosão social, que a insegurança e flexbilidade no local de trabalho influencia na sociedade.
    Sua identidade deve se compor igualmente a um quebra-cabeça, porém faltando algumas peças que ao longo da vida você pode completar.
    (Turma terça 19h-21h e quinta 21h-23h)

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  6. No texto, Zygmunt Bauman relata inicialmente a crise de identidade que sofreu como judeu quando perseguido pela Alemanha nazista na Polônia dominada e teve que deixar tudo para traz, inclusive sua identidade, e se exilar na Inglaterra. Influenciado talvez pela experiência de vivenciar identidades diferentes em lugares diferentes de sua identidade natal, desenvolveu o conceito de fluidez da identidade. Basicamente seu conceito alerta que num mundo globalizado há um processo de liquefação das instituições sociais devido a velocidade da comunicação/informação que comprime o espaço-tempo onde valores morais e culturais de várias procedências e identidades são diluídos numa sociedade monocultural.
    Edson Rodrigues
    Turma B noturno

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  7. Renan Costa Viana – Identidade e Cultura – Terça 21-23 Quinta 19-21 – Turma C Noturno

    Na introdução, Benedetto Vecchi fala um pouco sobre Bauman. Bauman, judeu e polonês, participou dos conflitos durante a Segunda Guerra Mundial. Também teve seus trabalhos proibidos pelo Partido Comunista por ser contra o sistema unipartidário. Porém, Bauman fala sobre isso em entrevista a Vecchi com certa imparcialidade. Vecchi, impressionado com o trabalho do autor, que vive na Inglaterra desde quando foi impedido de lecionar pelo Partido Comunista, tenta resumir o trabalho do autor, em sua grande parte produzido no novo lar. Por fim, o entrevistador fala sobre como Bauman acha importante as manifestações e debates públicos. É interessante perceber que esse não é só um problema na UFABC…

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  8. No inicio do texto de Zygmunt Bauman, são relatadas diversas questões sobre a identidade em vista de sua experiência na sociedade Nazista. O autor narra sobre a a problemática da identidade e da questão do pertencimento como sendo conceitos de caráter transitórios, pois são desenvolvidos através de um contexto histórico em determinadas comunidades que compartilham de uma mesma cultura e mesmos costumes, mas que a qualquer momento essas práticas podem ser difundidas e posteriormente reestruturadas, compondo uma nova identidade.
    O autor também menciona uma questão contemporânea; a globalização, dizendo que em um mundo tão globalizado as “identidades” são diluídas umas nas outras; formando, ou pelo menos caminhando, a sociedade para uma identidade comum/global.

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  9. Compreender a noção e o participar do elemento identidade numa sociedade composta e baseada nas contradições e a acertos de modo algum absolutos, nos faz crer que não se define em verdade, o que a sociedade muda ininterruptamente. Nesse aspecto, a noção de Bauman adentra a construção da sua própria identidade: exilado, perseguido, reconstruiu-se várias vezes. A opressão que o moderno debate sobre sociedade nos conduz, contrasta com a responsabilidade que ela impõe. Que seja a globalização a barreira última do paradigma social: interdependente, inconstante e irreversível.

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  10. Resumidamente Bauman fala da questão da globalização e da identidade na modernidade. Identidade é pertencimento à um grupo, mas com as quebras de fronteiras de tempo e espaço a identidade passa a ser líquida em vez de homogenia (como era antes) devido a quantidade de informações ofertadas.
    No começo o autor fala de suas experiências pessoais e de como o indivíduo busca uma identidade, fala também quebra de instituições (religião, politica..) e a da criação de uma “imaginação de instituição” justamente para buscar este pertencimento.

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  11. Resumidamente Bauman fala da questão da globalização e da identidade na modernidade. Identidade é pertencimento à um grupo, mas com as quebras de fronteiras de tempo e espaço a identidade passa a ser líquida em vez de homogenia (como era antes) devido a quantidade de informações ofertadas.
    No começo o autor fala de suas experiências pessoais e de como o indivíduo busca uma identidade, fala também quebra de instituições (religião, politica..) e a da criação de uma “imaginação de instituição” justamente para buscar este pertencimento.

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  12. Bauman é um autor sociólogo polonês que foi exilado de seu país, esse motivo faz com que a análise, feita por ele, quanto a identidade seja bastante crítica e realista. Um ponto bastante interessante que vale ressaltar seria é a menção que o mesmo faz as sub-classes, ou seja, categorias em desvantagens que recebem classificações exteriores a sua própria identidade e acaba sendo lhes negado o direito de reivindicar uma identidade distinta.

    Iara Guimarães Paes Pires – turma C – noturno

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