Agosto 2015: auto-avaliação

Atividades de Educação a Distância de 4/8 a 13/8

Elaboração da auto-avaliação e entrega pelo Tidia até dia 16 de agosto! Qualquer dúvida ou debate, somente pela internet ou em atendimento agendado na UFABC.

Roteiro para Auto-Avaliação:

A Auto-avaliação consiste em uma análise pessoal de sua participação na disciplina. Nela, você constrói uma reflexão crítica sobre seu desempenho, avaliando o que aprendeu e o que precisa aprender sobre as temáticas apresentadas. Seguem as instruções e sugestão de roteiro para a auto-avaliação, que também podem ajudar a ver o que está faltando na sua pesquisa e nas práticas do seu grupo para fazer um encerramento.

Os instrumentos e instruções sobre auto-avaliação da disciplina foram criados com o objetivo de responsabilizar cada um por seu próprio processo de aprendizagem e realizar uma auto-avaliação diagnóstica e processual. Isso significa que eles pretendem que cada estudante possa, com sinceridade e responsabilidade, avaliar sua própria trajetória, considerando:

1) quais atividades efetivamente fez;

2) quais noções, conceitos, conteúdos estudou;

3) quais saberes/conhecimentos conseguiu construir e quais são aqueles que gostaria de construir acerca das temáticas estudadas.

Portanto, nossa ideia de saberes/conhecimentos abarca tanto a capacidade de se comprometer com as atividades propostas (item 1); como aqueles referentes ao conteúdo da disciplina, disponíveis em blog/site, biblioteca básica e auxiliar do mesmo (item 2) e em textos/autores comentados nas aulas; ou ainda os relacionados a outros saberes ligados à capacidade de interagir em grupos (item 3).

Para tanto, cada estudante poderá considerar para se auto-avaliar:

1) a realização das seguintes atividades que eventualmente compõem o processo de trabalho na disciplina: – leituras dos textos indicados para debate nas aulas (que textos, que autores; que relações entre estes e o que foi pesquisado individualmente e em grupo) ou outros textos que tenham interesse; – participação nas aulas (veio, ficou, ouviu, debateu, não apareceu, delegou sua participação a outro, quando, por que, o que isso tem a ver ou não com seu processo de trabalho); – realização de pesquisa com produção e/ou seleção e escolha de documentos de vários tipos organizados em forma de blog/site (que documentos/fontes escritas, orais, audiovisuais, foram levantados, com lista e qual é a contribuição individual para o balanço final do que foi reunido pelo grupo); – análise crítica de documentos/fontes pesquisados, que pode compreender: escrita de legendas para imagens e outros documentos; escrita de textos explicativos; organização de roteiros de apresentação do tema com documentos selecionados da pesquisa; apresentação dos resultados da pesquisa analisados e criticados sob forma de exposição escrita ou audiovisual em blog/site ou em artigo; comentários e debates; – ideias de projetos e práticas propostas e/ou desenvolvidas, seus roteiros de ação, registros documentais e análises/balanços do que foi feito individualmente e em grupo; – auto-avaliação (texto escrito sobre sua trajetória individual na disciplina, considerando todos os três itens elencados aqui).

2) o conhecimento de noções, conceitos e conteúdos referentes à disciplina tratados pela bibliografia, pelas aulas ou por outras fontes escolhidas: – visão panorâmica de perspectivas teóricas e metodológicas variadas e estudo inicial de noções e construções conceituais (quais achou interessantes, por que, como pode ser útil na sua pesquisa); – questionamento do senso comum (“achismos”, opiniões sem embasamento teórico-metodológico) e relativização da noção de verdade/linguagem única (ou seja, crítica de visão/opinião de que existe uma que é “a certa” e é suficiente para dar conta da discussão), com apresentação da multiplicidade de representações da realidade passada e presente sobre os temas trabalhados na disciplina, com conhecimento de várias perspectivas teórico-metodológicas com multiplicidade de abordagens possíveis de serem trabalhadas na temática escolhida; – presença das subjetividades dos estudantes e dos sujeitos das temáticas pesquisadas na construção do trabalho de pesquisa e da sua apresentação em blog e/ou práticas desenvolvidas; – desenvolvimento de práticas de pesquisa e de produção de documentos sobre a temática escolhida com conceitos/metodologias específicas para análise de cada tipo; – conhecimento interdisciplinar do debate sobre identidade e cultura e da temática de pesquisa escolhida; – elaboração de um balanço do que foi realizado, considerando a ideia inicial e as transformações no planejamento para o desenvolvimento do que foi proposto; – papel do pesquisador/estudante como construtor/criador/organizador de conhecimentos que possibilitem o reconhecimento, o respeito e o aprendizado em torno de diferenças culturais e identitárias como garantia de cidadania, democracia, valorização das diversidades como reflexão e prática crítica; – eventual repercussão do que foi produzido por você a partir da sua pesquisa (quanto, como, por que, quem viu/comentou/aproveitou além de você mesmo, se foi possível detectar, se isso foi importante para o desenvolvimento do seu trabalho).

3) o desenvolvimento de saberes e habilidades humanas, considerados no processo de auto-avaliação quanto à vivência em grupos: – responsabilidade individual quanto às atividades individuais e coletivas da disciplina; – organização e participação em estudos, pesquisas e criações individuais e em grupo (se alguém contribuiu para seu trabalho, de que forma, como, por que…); – respeito/tolerância/aprendizado com as opiniões diferentes das próprias e com as atividades/pesquisas dos outros; – capacidade de elaborar problematizações e de desconstruir verdades únicas, preconceitos e juízos de valor fechados e fixos por meio do estudo, da pesquisa, do diálogo e da apresentação em blog e/ou artigo referentes às atividades de pesquisa propostas; – postura ética orientada pela solidariedade; pelo respeito/tolerância/aprendizado com as diferenças; pela crítica e ação contra desigualdades e injustiças econômicas, políticas, culturais, sociais, tais como aquelas marcadas por preconceitos de gênero, etnia, classe ou outros; pelo questionamento das ideias de políticas públicas em circulação na sociedade e seus impactos na vidas das pessoas; – capacidade de crítica e auto-crítica pautada no respeito/tolerância/aprendizado com o outro e nas várias facetas possíveis de serem consideradas na avaliação de um desempenho, de um problema, de uma tarefa em pauta na disciplina; – capacidade de criação/organização de conhecimento condizente com seus conhecimentos e saberes prévios e em desenvolvimento.

A auto-avaliação pode começar a ser redigida imediatamente, como um diário ou um memorial de cada passo do seu percurso de aprendizado e, no final do quadrimestre, cada estudante poderá entregar um texto sobre sua trajetória na disciplina, tendo como roteiro o cumprimento das atividades propostas no item 1; o desenvolvimento de noções, conceitos e conteúdos da disciplina e do tema de pesquisa que se propôs no item 2; e dos saberes/habilidades de convivência no item 3.

Mais do que objetivar a atribuição de um conceito, a avaliação diagnóstica processual, resultante desse texto escrito pelo próprio estudante como um parecer sobre si mesmo, quer observar até onde o/a estudante caminhou e para onde pode caminhar ao longo de seu processo de formação, com autonomia, criatividade e honestidade. Essa auto-avaliação será individual, por escrito, digital (ser postada na Plataforma do Tidia, pode também ser publicada no blog e/ou em caso de probelam com o Tidia, enviada por e-mail: andrea.santos@ufabc.edu.br) reforçando que cabe ao estudante escolher escrever uma auto-reflexão seguindo o roteiro dos três itens desenvolvidos aqui, isto é, tratar amplamente do SEU próprio desenvolvimento, e não do que pensa ou julga ser o desenvolvimento dos outros.

2/6 – Aula 3

2/6 – Aula 3

Nesta aula, costumamos fazer uma reflexão importante sobre a necessidade de questionarmos os fundamentos que foram ensinados para muitas pessoas na educação básica, que vão na contramão de todas as transformações da educação contemporânea que ocorreram, pelo menos, desde o início do século vinte.

Tais fundamentos advindos de concepções ultrapassadas de ensino, existentes na educação básica ora como um currículo explícito, ora como um currículo oculto e disfarçado pelos supostos conteúdos das disciplinas especializadas da Ciência Moderna, são:

– aprender a decorar;

– aprender a copiar;

-aprender a obedecer;

– aprender a (in)tolerar e/ou competir.

Tais fundamentos que aprendemos mesmo sem querer, forjaram nossa construção como sujeitos com determinadas identidades, subjetividades, culturas e performances que, atualmente, nos colocam diante do enorme desafio de transformar posturas passivas diante das aulas, encarando com outro olhar, disposição e ânimo as atividades de aprendizagem, pesquisa e criação e de outras formas de pensar e reinventar conhecimentos e saberes.

Expresso, como contraponto, alguns fundamentos básicos da educação contemporânea que, inclusive, são debatidos até mesmo nos Parâmetros Curriculares Nacionais:

– aprender a aprender;

– aprender a fazer;

– aprender a ser;

– aprender a compreender e cooperar.

Desde aulas anteriores, debatemos como é possível hoje que a educação, em todos os níveis, possa ser o espaço dessa transformação de fundamentos básicos, dando outro carater à formação básica e profissional.

Propomos uma abertura para esses fundamentos e convocamos as turmas a relacionar teoria e prática em Identidade e Cultura para modificar a própria percepção de identidades, subjetividades, culturas e performances que temos diante de nós.

Discutimos novamente os conceitos de identidade, como sentido de pertencimento e de localização no tempo e no espaço, e de cultura, como capacidade dos seres humanos e grupos sociais construírem e desconstruírem significados, indicando novamente as leituras atentas de Clifford Geertz e Marshall Sahlins, cujos livros inteiros foram disponibilizados em aula anterior.

E realizamos uma primeira oficina em torno do nosso Clube de Trocas.

Além desse blog no link acima, tem a página no facebook do Clube de Trocas UFABC.

A atividade reflexiva e lúdica sempre foi possível em Identidade e Cultura graças à contribuição dos estudantes que tomaram a atitude fantástica e inusitada para uma aula costumeira de trazer objetos os mais variados e serviços/habilidades para trocar.

A cada objeto ou habilidade que trocamos, aprendemos um pouco sobre como tudo o que colocamos em circulação para trocar potenciamente:

– constrói nossas identidades;

– faz parte dos nossos mundos íntimos, ou seja, das nossas subjetividades;

– comporta a atribuição de inúmeros significados diferentes, ou seja, são pontos de apoio para a transformação permanente das nossas culturas;

– modificam nossos comportamentos expressivos, quer dizer, nossas performances que comunicam aos outros quem somos, o que queremos, o que fazemos em nossos grupos de convívio.

Numa das aulas de Identidade e Cultura em 2014, ofereci um lápis que comprei no Sesc, que adoro porque tem uma borracha na ponta e um desenho maravilhoso de árvores, feito por um artista que gosto muito. Por mais que pareça um simples objeto barato, ele porta inúmeros significados para mim, pois sempre me acompanha nas leituras quando risco meus livros e também me faz lembrar todos os momentos felizes que aprendo e me divirto indo nos Sescs com toda a minha família. Troquei por um creme hidratante tão cheiroso que, se não me engano, foi a Jéssica que trouxe, e que gostei muito pois usá-lo e sentir seu aroma representa um momento de cuidado, de prazer, de bem-estar, coisa que parece ser tão difícil de ser oferecida ao outro no espaço universitário no qual nos encontramos.

Observamos e aprendemos com tantos objetos e habilidades trocados, com tanto entusiasmo, curiosidade, alegria e abertura para tentar entender como é que uma oficina prática pode nos ajudar a aprender novos conceitos tão sofisticados de cultura, performance, subjetividade, performance e identidade, além de outros tão falados e pouco praticados, tais como: cooperação, doação, coragem, iniciativa, criatividade… etc. etc. etc.

O que você trouxe para trocar? O que aquele objeto ou habilidade significou ou significa para você? O que você trocou e por que? O que você mais gostou e não gostou nessa nossa oficina? Como o que fizemos pode se relacionar com as leituras que foram indicadas? E como pode se relacionar com o que você pode expressar no seu blog sobre suas impressões, suas ideias, seus aprendizados e sobre seu tema de pesquisa?

A oficina do Clube de Trocas UFABC é permanente e acontecerá em todas as outras aulas de Identidade e Cultura, constituindo-se num projeto coletivo com o qual você pode colaborar e, inclusive, administrar, como parte das suas atividades do quadrimestre, que poderão ser consideradas em sua auto-avaliação. Participe!

trocastempotodo

Roteiro para Auto-Avaliação: atividades de Educação a Distância de 2/9 a 12/9

Elaboração da auto-avaliação e entrega pelo Tidia até dia 9 com tolerância até dia 12 de setembro! Qualquer dúvida ou debate, somente pela internet ou em atendimento agendado na UFABC.

Roteiro para Auto-Avaliação:

A Auto-avaliação consiste em uma análise pessoal de sua participação na disciplina. Nela, você constrói uma reflexão crítica sobre seu desempenho, avaliando o que aprendeu e o que precisa aprender sobre as temáticas apresentadas. Seguem as instruções e sugestão de roteiro para a auto-avaliação, que também podem ajudar a ver o que está faltando na sua pesquisa e nas práticas do seu grupo para fazer um encerramento.

Os instrumentos e instruções sobre auto-avaliação da disciplina foram criados com o objetivo de responsabilizar cada um por seu próprio processo de aprendizagem e realizar uma auto-avaliação diagnóstica e processual. Isso significa que eles pretendem que cada estudante possa, com sinceridade e responsabilidade, avaliar sua própria trajetória, considerando:

1) quais atividades efetivamente fez;

2) quais noções, conceitos, conteúdos estudou;

3) quais saberes/conhecimentos conseguiu construir e quais são aqueles que gostaria de construir acerca das temáticas estudadas.

Portanto, nossa ideia de saberes/conhecimentos abarca tanto a capacidade de se comprometer com as atividades propostas (item 1); como aqueles referentes ao conteúdo da disciplina, disponíveis em blog/site, biblioteca básica e auxiliar do mesmo (item 2) e em textos/autores comentados nas aulas; ou ainda os relacionados a outros saberes ligados à capacidade de interagir em grupos (item 3).

Para tanto, cada estudante poderá considerar para se auto-avaliar:

1) a realização das seguintes atividades que eventualmente compõem o processo de trabalho na disciplina: – leituras dos textos indicados para debate nas aulas (que textos, que autores; que relações entre estes e o que foi pesquisado individualmente e em grupo) ou outros textos que tenham interesse; – participação nas aulas (veio, ficou, ouviu, debateu, não apareceu, delegou sua participação a outro, quando, por que, o que isso tem a ver ou não com seu processo de trabalho); – realização de pesquisa com produção e/ou seleção e escolha de documentos de vários tipos organizados em forma de blog/site (que documentos/fontes escritas, orais, audiovisuais, foram levantados, com lista e qual é a contribuição individual para o balanço final do que foi reunido pelo grupo); – análise crítica de documentos/fontes pesquisados, que pode compreender: escrita de legendas para imagens e outros documentos; escrita de textos explicativos; organização de roteiros de apresentação do tema com documentos selecionados da pesquisa; apresentação dos resultados da pesquisa analisados e criticados sob forma de exposição escrita ou audiovisual em blog/site ou em artigo; comentários e debates; – ideias de projetos e práticas propostas e/ou desenvolvidas, seus roteiros de ação, registros documentais e análises/balanços do que foi feito individualmente e em grupo; – auto-avaliação (texto escrito sobre sua trajetória individual na disciplina, considerando todos os três itens elencados aqui).

2) o conhecimento de noções, conceitos e conteúdos referentes à disciplina tratados pela bibliografia, pelas aulas ou por outras fontes escolhidas: – visão panorâmica de perspectivas teóricas e metodológicas variadas e estudo inicial de noções e construções conceituais (quais achou interessantes, por que, como pode ser útil na sua pesquisa); – questionamento do senso comum (“achismos”, opiniões sem embasamento teórico-metodológico) e relativização da noção de verdade/linguagem única (ou seja, crítica de visão/opinião de que existe uma que é “a certa” e é suficiente para dar conta da discussão), com apresentação da multiplicidade de representações da realidade passada e presente sobre os temas trabalhados na disciplina, com conhecimento de várias perspectivas teórico-metodológicas com multiplicidade de abordagens possíveis de serem trabalhadas na temática escolhida; – presença das subjetividades dos estudantes e dos sujeitos das temáticas pesquisadas na construção do trabalho de pesquisa e da sua apresentação em blog e/ou práticas desenvolvidas; – desenvolvimento de práticas de pesquisa e de produção de documentos sobre a temática escolhida com conceitos/metodologias específicas para análise de cada tipo; – conhecimento interdisciplinar do debate sobre identidade e cultura e da temática de pesquisa escolhida; – elaboração de um balanço do que foi realizado, considerando a ideia inicial e as transformações no planejamento para o desenvolvimento do que foi proposto; – papel do pesquisador/estudante como construtor/criador/organizador de conhecimentos que possibilitem o reconhecimento, o respeito e o aprendizado em torno de diferenças culturais e identitárias como garantia de cidadania, democracia, valorização das diversidades como reflexão e prática crítica; – eventual repercussão do que foi produzido por você a partir da sua pesquisa (quanto, como, por que, quem viu/comentou/aproveitou além de você mesmo, se foi possível detectar, se isso foi importante para o desenvolvimento do seu trabalho).

3) o desenvolvimento de saberes e habilidades humanas, considerados no processo de auto-avaliação quanto à vivência em grupos: – responsabilidade individual quanto às atividades individuais e coletivas da disciplina; – organização e participação em estudos, pesquisas e criações individuais e em grupo (se alguém contribuiu para seu trabalho, de que forma, como, por que…); – respeito/tolerância/aprendizado com as opiniões diferentes das próprias e com as atividades/pesquisas dos outros; – capacidade de elaborar problematizações e de desconstruir verdades únicas, preconceitos e juízos de valor fechados e fixos por meio do estudo, da pesquisa, do diálogo e da apresentação em blog e/ou artigo referentes às atividades de pesquisa propostas; – postura ética orientada pela solidariedade; pelo respeito/tolerância/aprendizado com as diferenças; pela crítica e ação contra desigualdades e injustiças econômicas, políticas, culturais, sociais, tais como aquelas marcadas por preconceitos de gênero, etnia, classe ou outros; pelo questionamento das ideias de políticas públicas em circulação na sociedade e seus impactos na vidas das pessoas; – capacidade de crítica e auto-crítica pautada no respeito/tolerância/aprendizado com o outro e nas várias facetas possíveis de serem consideradas na avaliação de um desempenho, de um problema, de uma tarefa em pauta na disciplina; – capacidade de criação/organização de conhecimento condizente com seus conhecimentos e saberes prévios e em desenvolvimento.

A auto-avaliação pode começar a ser redigida imediatamente, como um diário ou um memorial de cada passo do seu percurso de aprendizado e, no final do quadrimestre, cada estudante poderá entregar um texto sobre sua trajetória na disciplina, tendo como roteiro o cumprimento das atividades propostas no item 1; o desenvolvimento de noções, conceitos e conteúdos da disciplina e do tema de pesquisa que se propôs no item 2; e dos saberes/habilidades de convivência no item 3.

Mais do que objetivar a atribuição de um conceito, a avaliação diagnóstica processual, resultante desse texto escrito pelo próprio estudante como um parecer sobre si mesmo, quer observar até onde o/a estudante caminhou e para onde pode caminhar ao longo de seu processo de formação, com autonomia, criatividade e honestidade. Essa auto-avaliação será individual, por escrito, digital (além de ser postada aqui, pode também ser publicada no blog e/ou enviada por e-mail: andrea.santos@ufabc.edu.br) reforçando que cabe ao estudante escolher escrever uma auto-reflexão seguindo o roteiro dos três itens desenvolvidos aqui, isto é, tratar amplamente do SEU próprio desenvolvimento, e não do que pensa ou julga ser o desenvolvimento dos outros.