FAQ – Dúvidas sobre o que fazer é o que é sua auto-avaliação (sempre em atualização!)

Por favor, leia antes de concluir sua auto-avaliação e tentar encaminhá-la ou enviar uma pergunta por e-mail e/ou facebook! Sua resposta pode estar aqui:

Estudantes perguntam: Escrevi minha auto-avaliação on line, que era um texto sobre vários assuntos, porém esqueci de copiar, então o Tidia fechou pedindo senha/login novamente e perdi tudo. E agora?

Reposta: Faça e salve sua auto-avaliação off line, fora do ambiente do Tidia e depois copie na tela da atividade ou anexe um arquivo. Todos os que submeteram auto-avaliações, devido a ampliação dos prazos, podem também refazer e repostar nesse prazo maior. Assim todos têm chances de revisar e ampliar o que já foi feito, seja nesse prazo ou em outro maior, caso necessitem, o que poderá ser negociado por e-mail. Bom trabalho!!

Estudantes perguntam: Submeti a auto-avaliação dentro do prazo, mas ela foi devolvida. O que aconteceu e o que faço?

Resposta: A atividade foi devolvida porque, como os prazos foram ampliados, devido a inúmeras solicitações, era esse o recurso disponibilizado pelo Tidia para mostrar que seu prazo também ampliou e você também pode repostá-la, se quiser. O objetivo é ser justo com todos, pois mesmo os poucos que postaram, podem ter igualmente a oportunidade de revisar e ampliar seu trabalho e repostar, certo?

Espero que tenha esclarecido o que ocorreu e que você possa aproveitar a oportunidade da melhor maneira possível. Bom final de quadrimestre!

Estudantes perguntam: Eu submeti, além das outras atividades, a auto-avaliação, mas não deu certo. O que faço?

Resposta: As outras atividades eram basicamente para que você começasse a fazer seu trabalho e colocasse os links do seu blog individual e do seu grupo. Seus links precisam ser acrescentados na auto-avaliação, então serão considerados, independente das outras atividades. Caso você tenha tentado postar sua auto-avaliação e não tenha dado certo, tente novamente até o prazo final (12 e 15 de setembro) e, caso não consiga, envie por e-mail (andrea.santos@ufabc.edu.br). Boas tentativas!

Estudantes perguntam: Meu blog não ficou tão completo quanto eu gostaria e não consegui ler, ver filmes e pesquisar mais a fundo sobre o tema que escolhi. No meio do quadrimestre percebi que podia ter escolhido outro tema. Posso, na auto-avaliação, escrever tudo o que aconteceu e porque não consegui fazer um trabalho mais completo e colocar o conceito I no final, e depois mudar de tema e começar tudo de novo?

Resposta: Você pode escrever tudo o que fez, sem apagar porque mudou de tema! A ideia é que possa observar as idas e vindas do seu processo, que não tem um caminho linear. Pode optar pelo conceito I e ter mais tempo para desenvolver o caminho que gostou mais e ter orgulho e satisfação maior, com o que fez, além de auto-conhecimento sobre seu processo, certo?  E quando considerar que seu processo pode ter um desfecho, envie por e-mail o final da auto-avaliação com link do blog atualizado e conceito para ser alterado junto à Prograd, o que pode ser feito até o final do próximo quadrimestre!

Estudantes perguntam: Agora que vi o roteiro para auto-avaliação e estou vendo que fazer uma auto-avaliação não é tão fácil quanto pensei e obter esse A vai dar muito trabalho, pois as únicas atividades que fiz foi posts no blog, de notícias copiadas sem comentários ou reflexões com leitura de alguns dos textos da disciplina. Posso escrever isso na auto-avaliação e encerrar o processo, reduzindo meu conceito para C?

Resposta: Se você ficou nessa turma e se inscreveu no Tidia, teve a oportunidade de conhecer, desde o início do quadrimestre, o tipo de trabalho que foi proposto e ter optado até por sair e se matricular em outra turma, com outra metodologia, caso não achasse interessante ou considerasse muito dificil fazê-lo, pois tudo estava postado e explicado desde o início.

No entanto, considerando eventuais dificuldades que qualquer estudante pode se deparar durante o processo, como educadora responsável pela disciplina, posso, ao invés de reprovar, observar que você não conseguiu fazer, mas ainda pode ter a oportunidade de reconsiderar seu processo, e pode até mesmo ter mais um quadrimestre para isso, como escrevi, e então seu conceito, por enquanto, é I – incompleto, que pode ser alterado posteriormente, quando for feito o trabalho proposto. Como não há impacto no CR, você também pode simplesmente ignorar essa oportunidade e se matricular novamente na disciplina com outro professor e metodologia que considere melhor para o seu perfil.

No entanto, se você quer obter um conceito apenas para a aprovação, independente de qual for, existe uma proposta teórica e metodológica de trabalho acadêmico e não uma pura e simples negociação de conceitos para se livrar do que foi proposto, pois se agirmos assim esbarramos num problema ético profissional, que nos dá a oportunidade de, ao invés de punir ou “diminuir nota”, construir um aprendizado importante para um futuro profissional, e é por isso também que essas disciplinas da área de Humanas, às vezes tão desvalorizadas, constam da sua formação: para antecipar problemas e situações que você poderá enfrentar em sua vida profissional e dar a chance de se reposicionar, oportunidade que nem sempre será dada durante sua carreira.

Sendo assim, por favor, oriento que reescreva sua auto-avaliação honestamente, como começou a fazer agora, reconhecendo qual é a sua condição; qual foi sua participação ou porque ela não aconteceu; porque o seu primeiro foco para se auto-avaliar foi numa abordagem superficial de um tema de pesquisa que você teve a chance de escolher livremente e, portanto, poderia ter se dedicado melhor e mais intensamente a ele; o que aconteceu com a sua participação em grupo, que foi outra condição acordada pelos participantes da disciplina, por que houve/está havendo seu desinteresse e/ou sua impossibilidade em encarar essas dificuldades e problemas que foram colocados para sua formação acadêmica nesse momento da sua vida, mesmo com prazos ampliados; como esse tipo de auto-conhecimento pode ou não contribuir e quais perspectivas você pode visualizar para enfrentar essa situação em melhores condições futuramente; que relação isso pode ter com a carreira/curso que você pretende seguir e como você avaliaria honestamente um profissional ou futuro profissional que agisse da forma como está agindo agora.

Outra possibilidade de reflexão individual também é considerar que impacto esse nosso debate pode ter na sua formação profissional, pois poderia até pesquisar, comparar, traçar hipóteses sobre como seria a reação no seu ambiente de trabalho, como um futuro profissional, se fosse chamado a fazer esse tipo de atividades e a desenvolver habilidades que ainda não conseguiu construir plenamente (pesquisar, se expressar, criar, trabalhar em grupo, se auto-avaliar apresentando suas limitações e potencialidades) e se recusasse a fazer isso por considerar muito difícil e/ou trabalhoso.

Enfim, ao fazer uma auto-avaliação o foco é você, sua trajetória, e o tema de pesquisa é apenas mais uma ferramenta para isso, que pode ser também um conhecimento público a ser criado e disponibilizado para outros interessados, dando um retorno para a sociedade que investe na sua educação pública. Se você conseguir fazer isso, o conceito é apenas uma convenção, um detalhe, e você pode pleitear o que quiser, pois o que terá conseguido apresentar será muito mais valioso do que imagina, embora possa não parecer assim para você nesse momento. O mais importante nesse processo é ser honesto consigo mesmo e com quem você estabeleceu um acordo para desenvolver um processo de trabalho. Se os resultados de uma auto-crítica sincera podem não lhe parecer tão bons, o fantástico será o fato de ter sido capaz de fazer isso, o que aponta para um amadurecimento como ser humano e, evidentemente, para uma formação profissional mais complexa e de acordo com a realidade vivida.

Espero ter conseguido explicar quais são suas possibilidades de desfecho desse processo sempre educativo e desejo que faça boas escolhas e um bom trabalho, onde quer que se proponha a fazer algo. Atenciosamente, Andrea Paula

Anúncios

Fim de agosto: última chamada!

19/8 – Aula 17; 22/8 – Aula 18; 26/8 – Aula 19

Últimos dias para terminar de fazer seus blogs e atividades em Identidade e Cultura!

Plantão no Espaço de Vivência para os interessados e encerramento das atividades presenciais: bom final de quadrimestre…

 

29/8 – Aula 20

Visita à Bienal do Livro organizada pela Proex-UFABC e SESC. Se alguém for, nos encontraremos por lá! Foi um prazer estar com os que puderam e quiseram fazer algo diferente neste quadrimestre e agora só falta entregar sua auto-avaliação individual pelo Tidia, observando as instruções que estão postadas por lá. Nos vemos pelos corredores e outros espaços de passagem/vivência dessa nossa UFABC: até a próxima!

 

A graça e o carisma de Nicolau Sevcenko

 

15/8 – Aula 16

Coincidentemente, depois da semana do fantástico caso do uso da fita adesiva e dois dias antes dessa aula, um dos meus professores mais queridos, que foi reconhecido como um dos grandes historiadores e intelectuais do nosso tempo, morreu, tão cedo, deixando desconsolados a todos os que o conheceram e foram influenciados por ele. Segue a postagem, com um dos melhores livros dele sobre a história contemporânea e imediata que vivemos para baixar, junto com um resumo da sua trajetória, a comparação com a desgraça do contexto atual que vivo como “professora corretora” do cognitariado na universidade burocrática e medíocre da era do Homo Lattes competitivo. Nicolau Sevcenko inspirou e legitimou nossos temas de estudo e nossas práticas educativas culturais: terá longa vida eterna!

nicolau sevcenko

Nas humanidades da USP nos anos 1990, o historiador Nicolau Sevcenko era um superstar. Suas aulas eram famosas nos corredores de todas as faculdades. Alunos não matriculados oficialmente nos seus cursos se amontoavam para ver o professor falar.

Ele foi pioneiro numa forma radical de interdisciplinaridade. É uma das maiores referências em Euclides da Cunha e Lima Barreto sem ser da área da literatura. É autor de insights luminosos sobre a experiência nas grandes cidades sem ser urbanista.

Sevcenko praticava “história cultural”, que era um guarda-chuva amplo o suficiente para situar seus trabalhos fora de esquemas disciplinares rígidos. Misturava história, ciência e cultura com rigor de quem dominava a pesquisa de ponta em cada uma das áreas.

Explicava a Primeira Guerra a partir dos filmes de Stanley Kubrick. Os modernistas da São Paulo dos anos 1920 são vistos num laboratório que mistura mitologia grega, tecnologia e urbanização.

O physique du rôle contribuía: um comb-over hediondo feito de mechas brancas presas com grampos; um oclinhos redondo de armação dourada; um sotaque de engenheiro da Sputnik. Os alunos vibravam.

Nos anos 1980 e 1990, era também um intelectual ativo na imprensa. Foi editorialista da Folha de S.Paulo e durante muitos anos era acionado pelo jornal para analisar temas do noticiário que exigiam profundidade. Até meados dos anos 2000, manteve uma coluna na revista Carta Capital. Simbolizava uma convivência possível entre universidade e grande imprensa que se esgarçou nos últimos anos com a agudização da crise do jornalismo impresso.

Trazia ainda um verniz cool para a atividade universitária que se dissolveu com a burocratização da carreira e o império do homo lattes – o pesquisador pressionado a viver em função das linhas no currículo.

Sua produção acadêmica se refreou dos anos 2000 para cá. Centrou foco nas aulas que dava nos Estados Unidos e Londres. Apareceu na imprensa pela última vez há dois anos, para dar depoimento sobre a convivência com Eric Hobsbawm, com quem dividiu sala em Londres e que acabara de morrer. Preparava há anos um ensaio biográfico sobre o artista Hélio Oiticica.

Sevcenko morreu no mesmo dia que Eduardo Campos. É importante frisar a importância de seu legado, num momento em que as atenções, compreensivelmente, estão em outra parte.

Estudiosos de diversos campos das letras, das ciências sociais, arquitetura, história e até medicina encontram no seu trabalho fonte importante de pesquisa. Leitores afeitos a textos escritos com liberdade, que extraíam prazer de levar ao limite as possibilidades de argumentação e analogia, encontram ali inspiração exemplar.

As aulas abarrotadas de Nicolau Sevcenko são uma imagem poderosa – a cada greve ou crise financeira da USP, servem de lembrança sobre o tipo de relação com o conhecimento que vale a pena cultivar por ali.

A Universidade e o debate e as reflexões “sobre o uso de fita adesiva”

Prezada Profª Andrea, bom dia.
A Prefeitura Universitária, no cumprimento de suas atribuições, reitera o pedido para que não sejam afixados materiais ou conteúdos de aulas em locais não projetados para isso, tais como paredes, portas, placas, painéis, batentes, caixilhos e congêneres. Para tanto, dispomos de displays; esses podem ser solicitados a qualquer momento à equipe de zeladoria da UFABC.  A utilização de fita adesiva de qualquer espécie com essa finalidade acaba por danificar os acabamentos e texturas. Esses danos demandam serviços de limpeza e reparos, geram custos e comprometem a estética. As fotos que seguem anexas (após atividades no térreo do Bloco Beta) ilustram e justificam o nosso pedido reiterado.
Contamos com a sua colaboração, nos mantendo à disposição para auxiliá-la nessa ou em qualquer outra questão que possa otimizar a realização de oficinas e atividades coletivas em áreas comuns de nossos campus universitários.

Atenciosamente,
Ricardo Soares Lima
Subprefeito do Campus São Bernardo do Campo
Fundação Universidade Federal do ABC – UFABC
Bloco Beta – 2º andar
(11) 2320-6050

 

Este slideshow necessita de JavaScript.

Prezado Ricardo, conheço as normas, entendo os argumentos e justificativas impostas por um grupo na universidade, porém não concordo com as mesmas e defendo que sejam colados cartazes,avisos, trabalhos e expressões artísticas dos estudantes em qualquer lugar da universidade, a exemplo do que acontece em outras universidades como uma das maiores do mundo onde estudei, a USP, onde existe tudo isso – e talvez exatamente por existirem coisas assim –  saem pessoas formadas como bons profissionais que se preocupam em ver e ler a estética do que está escrito, desenhado, pintado, colado e fotografado, e não na estética da parede sem nada a expressar a não ser um sentido de disciplina e ordem furada que não tem nada a ver com a educação plural e democrática do século XXI que está no nosso projeto pedagógico.

Como educadora, escritora, professora e pesquisara, entendo que trabalhamos com arte, cultura e educação e num local público, não numa empresa ou indústria qualquer ou hospital ou prisão. A estética de uma universidade no Brasil e mundo afora é muito diferente desse padrão imposto por uma visão de um grupo que administra esse local como se fosse uma das indústrias, hospitais ou prisões do ABC paulista. Fiquei surpresa com a falta de visão do que é educação quando retiraram nossos trabalhos argumentando sobre a visita do MEC. São exatamente nossos trabalhos que dão cara de universidade para esse espaço e ninguém fica retirando esse tipo de trabalho das paredes da USP, da Unicamp, da Unifesp, etc!
Todo ano, esse espaço é pintado independente de estar danificado ou não, com recursos públicos que são descontados também direto do meu salário, pois isso já é previsto pela administração. E houve ano que vi ser pintado sem nem precisar fazê-lo apenas para gastar a tinta e justificar esses argumentos burocráticos e essa visão equivocada e unilateral do que não tem mais nada a ver com o que aqueles boa parte daqueles que estudam, ensinam e pesquisam acham que deve ser um espaço educativo e cultural. Eu, os estudantes e outros professores e funcionários da UFABC preferimos que esse espaço educativo tenha os cartazes e as expressões culturais e as marcas de uso e vivência do que deixá-lo com cara de recepção de dentista ou do Poupatempo. esses displays que é a maior burocracia e demora para conseguir usar para uma atividade prática do dia a dia são, além disso, horríveis, péssimos para o tipo de trabalho que fazemos, e ninguém nos perguntou quando foram comprá-los com o nosso dinheiro público se eram adequados e interessantes para nossas atividades. Entendo qual é o trabalho de vocês e espero que entendam também qual é o meu trabalho e o meu ponto de vista, respeitando nossas práticas educativas e utilizando de fato os recursos da educação pública para ocupar os espaços públicos e não deixá-los vazios e inúteis, sem cor ou significado, servindo mais como local de passagem do que de convivência. Se as paredes ficaram assim é porque o que estava nela foi retirado. Se ficassem lá, as pessoas olhariam as estéticas das mensagens educativas, culturais e artísticas e não se a tinta descolou ou não da parede feita muitas vezes com material de péssima qualidade superfaturado para beneficiar as construtoras e outras empresas terceirizadas que exploram o trabalho de pessoas subcontratadas por baixos salários e que poderiam, não fosse essa visão administrativa herdeira do escravismo colonial, serem funcionários públicos da educação e entenderem que a Universidade sempre teve e terá outra cara em seus espaços de vivência, porque nós que trabalhamos e habitamos esse espaço todos os dias pensamos e criamos sobre ele, não apenas passamos por ele e aceitamos as normas que não correspondem com o ambiente cultural e educativo que queremos viver e contruir no dia-a-dia.
Mais uma vez, muito obrigada pela atenção, e qualquer esclarecimento, estou à disposição!
Para maior entendimento das nossas práticas e de nossa perspectiva de trabalho educativo, disponibilizamos o blog da nossa disciplina justifica na teoria e na prática nossas atividades educacionais e culturais e mostra os estudantes estudando e fazendo bons trabalhos aí, ao invés de estarem roubando, (se) matando, (se) destruindo ou fazendo coisas consideradas bem piores: https://identidadesculturas.wordpress.com/
Atenciosamente,
Andrea Paula

 

 

 

Aula 13

Nesta aula distribuímos e comentamos com cada grupo o texto:

 

Algumas noções básicas sobre gênero–  Gênero Plural: resumo de conceitos sobre identidade de gênero e diversidade sexual

 

As questões de gênero e diversidade sexual estão diretamente ligadas às temáticas de direitos humanos, identidade e cultura e dialogam com todos os temas apresentados em blogs individuais e de grupos. Portanto, ao conversar com cada grupo, destacamos a importância de que a produção nos blogs e nos murais, exposições e intervenções que estão sendo apresentados no Espaço de Vivência promovam essa ligação com conceitos e questões que envolvem o combate aos preconceitos e a valorização da diversidade humana.

 

Traga o seu trabalho e o do seu grupo para fazer e apresentar no Espaço de Vivência! Participe do nosso Clube de Trocas! Faltam apenas três semanas para que seja iniciado o processo de auto-avaliação individual e contamos com o desenvolvimento dos processos de trabalho nesse mês de agosto para que ocorra o desfecho das criações coletivas em Identidade e Cultura: bom trabalho nessa reta final!

Aviso!

 A partir da semana que vem (19 de agosto), adeus sala de aula! Nossos encontros de Identidade e Cultura serão realizados no saguão do Bloco Beta (lado direito). Em breve, receberemos displays para que cada grupo faça um mural do seu tema de pesquisa, para montarmos uma grande exposição ali e fazermos muitas ações ao redor, como foi a do Clube de Trocas, por exemplo. Então, traga seu material de trabalho (tesoura, tinta, papel, objetos, revistas para recortas, cola, fita adesiva, etc…). Também vale trazer pipoca para estourar e outras coisas para ocuparmos aquela copa definitivamente e termos um espaço de trabalho e de encontro mais interessante. Ficou combinado que tomaremos o chá português dos Açores que apareceu no Clube de Trocas (pelas mãos do Mateus Baeta, foi isso? se não foi, perdoe e apontem o autor…) Por isso, vamos montar nossa cozinha com canecas, colheres etc. Até segunda :)))

Conceitos Finais (turma terça 19:00 às 21:00)

Conceitos Finais (turma terça 19:00 às 21:00)

Prezados alunos de Identidade e Cultura (not),

As notas foram compostas pelos seguintes itens

Man. cultural (Média oral e escrito)  – (A – F)
relação com disciplina – (A-F)
Apresentação Oral – (A-F)
Objetivos/ Justificativa, Neblina, Atividades nos Blogs (Cultura Popular, lugares da Memória, vídeos, Bauman) – (A-F)

Deixei em todos os blogs comentários adicionais.

Parabéns pelo excelente trabalho, bom descanso e Feliz Ano Novo a todos.

feliz natal 2

Abraços

Profa. Dra. Ana Maria Dietrich

Conceitos Finais IC (Turma terça 21:00 ás 23:00)

Conceitos Finais IC (Turma terça 21:00 ás 23:00)

 

Prezados alunos de Identidade e Cultura (not),

As notas foram compostas pelos seguintes itens

Man. cultural (Média oral e escrito)  – (A – F)
relação com disciplina – (A-F)
Apresentação Oral – (A-F)
Objetivos/ Justificativa, Neblina, Atividades nos Blogs (Cultura Popular, lugares da Memória, vídeos, Bauman) – (A-F)

Deixei em todos os blogs comentários adicionais.

Parabéns pelo excelente trabalho, bom descanso e Feliz Ano Novo a todos.

feliz natal 2

Abraços

Profa. Dra. Ana Maria Dietrich

 

Critérios mudados – Identidade e Cultura

Em comum acordo com as duas turmas noturno de Identidade Cultura, o trabalho final escrito será substituído pelo próprio blog.
Atentem para os critérios do link abaixo, sendo que o critério “relação com a disciplina, com citação de pelo menos 2 autores” será o mais valorizado ao lado dos resultados da pesquisa.

Roteiro Manifestação Cultural

1- Escolha do evento (como se deu)

2- Ida (processo), que horas? tipo de condução

3- Uma vez lá:

   a) Onde fica, o que tem no bairro;

   b) Quanto tempo durou

   c) Comportamentos, atitudes, vestimentas, grupos, posturas(dançam, falam alto, tossem, paqueram, bebem o que), códigos (arquibancada verde ou azul), preço (caro, barato)…

   4- Relação com Identidade e Cultura;

   5-  volta (que horas, condução, se chegou cansado, emendou outro programa)

   6- Sensações no dia segiuinte