Aula do dia 2 e estudos e descanso acertados para o dia 7 de julho

2/7 – Aula 12

Nesta aula, fizemos um balanço e compartilhamento das nossas experiências no contexto vivido pelos estudantes na época das avaliações, considerando questões relacionadas à necessidade de práticas educativas e culturais inter e transdisciplinares que considerem as identidades e as culturas dos sujeitos da educação.

Ao compartilhar nossas experiências e fazermos as trocas de alimentos, objetos e saberes no Clube de Trocas, humanizamos o que se costuma definir como o espaço da sala de aula e transformamos na prática os próprios sentidos da educação superior e da formação humana que se espera dela, não permitindo que Identidade e Cultura seja mais um lugar em que se fala da crítica cultural do ponto de vista teórico sem ser consequente com o que se faz de fato nos processos de ensino e aprendizagem.

Ao falar de nossas experiências, ligamos com outros conceitos já discutidos em aulas anteriores, tais como subjetividade, performance, interculturalidade, cultura e identidade e comentamos os autores já apresentados (Félix Guattari, Gilles Deleuze, Michel Foucault, sempre presentes) e outros autores como Nestor Canclini, Beatriz Sarlo, entre outros. Segue o link do livro “Identidade”, de Zygmunt Bauman, entre outros que mencionamos do mesmo autor como, por exemplo, “Modernidade Líquida”, “Amor Líquido”, “Comunidade”:

Identidade

A identidade, como sentido de pertencimento e de localização no tempo e no espaço, pode parecer que é algo muito palpável, fixo e objetivo. Porém, o famoso sociólogo nos alerta que no contexto atual do capitalismo tardio, vivemos o que ele denomina de modernidade líquida, na qual qualquer busca por uma identidade estável dentro de uma comunidade segura é impossível. Isso ocorre por conta da velocidade das transformações, dos excessos de deslocamentos, das fragilidades dos laços humanos, da descartabilidade das relações sociais e dos estilos de vida que são vendidos e consumidos vorazmente.

Nesse sentido, Bauman faz uma crítica de uma visão ingênua de que a contrução de identidades é algo sempre bom, porque ele enfatiza que a busca por um sentido de pertencimento num grupo pode favorecer mais a demarcação de diferenças que sejam transformadas em desigualdades, gerando conflitos e intolerâncias nacionalistas, religiosas, políticas, étnicas, culturais etc.

Leia este e outros livros de Bauman (“Comunidade”, “Modernidade Líquida”, “Medo Líquido”, “Amor Líquido”, “Tempos Líquidos”, “Ensaios sobre o conceito de cultura”…) e faça ligações dessas questões com os temas do seu blog individual e do seu grupo, destacando quando as identidades e as comunidades construídas interferem na definição do que são os sujeitos e os grupos sociais na contemporaneidade.

concreta moderno

Fonte: http://deacordocom.blogspot.com.br/2011/05/o-pensamento-no-brasil.html

7/7 – Aula 13

Nesta aula, foi liberado o tempo para estudos e sistematização de experiências nos diários de campo, pois todos estavam cansados e sobrecarregados com as provas de outras disciplinas, além da proximidade com o feriado prolongado. Participei de um Encontro Internacional com educadores, pesquisadores e artistas, dando sequencia ao diário de campo que sempre faço das minhas atividades para dialogar com vocês. Lembrei também que a plataforma do Tidia já está aberta com a orientação para as atividades que precisam ser feitas até o final de Identidade e Cultura, com os prazos que precisam ser entregues por lá. Deixamos aqui também o link de um dos textos que costumamos comentar com cada grupo ao longo da oferta de Identidade e Cultura para auxiliar nos estudos e nas práticas que estão em andamento e nas reflexões para a sistematização final, de reunião dos diários de campo como um memorial e auto-avaliação:

Algumas noções básicas sobre gênero–  Gênero Plural: resumo de conceitos sobre identidade de gênero e diversidade sexual

As questões de gênero e diversidade sexual estão diretamente ligadas às temáticas de direitos humanos, identidade e cultura e dialogam com todos os temas apresentados em blogs individuais e de grupos. Portanto, ao conversar com cada grupo, destacamos a importância de que a produção nos blogs e nos murais, exposições e intervenções que estão sendo apresentados no Espaço de Vivência promovam essa ligação com conceitos e questões que envolvem o combate aos preconceitos e a valorização da diversidade humana.

Traga as suas experiências e reflexões sobre o seu trabalho e o do seu grupo para fazer e apresentar no Espaço de Vivência! Participe do nosso Clube de Trocas! Faltam apenas três semanas para que seja iniciado o processo de auto-avaliação individual e contamos com o desenvolvimento dos processos de trabalho nesse mês de julho para que ocorra o desfecho das criações coletivas em Identidade e Cultura no início de agosto: bom trabalho nessa reta final!

Aula 1

Na primeira aula, foi feita a apresentação da disciplina, com o debate sobre as seguintes palavras-chave, fundamentos básicos dos estudos e das práticas deste quadrimestre.

Identidades: sentidos de pertencimento e de localização no tempo e no espaço e em referência a um ou vários grupos.

Subjetividades: mundo íntimo de cada ser humano infinito, inexplicável e intraduzível.

Cultura: modo de vida (costumes, hábitos, saberes e fazeres de pessoas, grupos, povos) e, especialmente, capacidade dos seres humanos de produzirem, criarem, transformarem significados sobre o mundo que os rodeia.

Alteridade: capacidade de reconhecimento do outro, necessária para a construção dos sujeitos com suas próprias identidades, subjetividades, culturas.

Performance: comportamentos expressivos dos sujeitos e grupos, por meio dos quais as identidades são interpretadas, apresentadas, ou seja, performatizadas. Abarcam gestos, expressões corporais, linguagens, vestimentas e outros artefatos aos quais atribuímos significados e colocamos em circulação para realizar trocas interculturais.

A partir dessas palavras-chave, os estudantes são convocados a trabalhar na produção do seu próprio Blog-Projeto, organizando-o como um diário, um memorial das reflexões, ideias e discussões que surgem nas aulas, das leituras que estão na biblioteca e na sua observação da realidade. Cada estudante precisa também escolher um tema de pesquisa e reunir referências básicas sobre o mesmo (links, artigos, livros, vídeos, filmes, músicas, entrevistas, etc.).

A próxima aula será feita a partir dos blogs individuais recém-criados e dos temas de pesquisa escolhidos. Os estudantes também foram convocados  a se cadastrar no Tidia (Identidades Culturas) para que a atividade de educação a distância seja reconhecida pela UFABC na plataforma digital oficialmente adotada.

 

“O negócio é você fazer.”

“Quem tá desempregado tá procurando serviço no lugar errado.”

“Procurar onde? Dentro de você.”

(Hélio Leites, artista popular)

Aulas que Faltavam…

Estou colocando o Power point das aulas que faltavam, assim como alguns posts antigos que ajudaram a assimilar melhor o conteúdo…
Posts que valem a pena dar uma olhada…
Conceito de ethos se relaciona comos de identidade, subjetividade, comunicade e cultural

ETHOS relaciona-se com ÉTICA e ambas as palavras se referem aos traços de caráter, aos hábitos, valores e normas que organizam nossas condutas, nossos estilos de vida, nossa forma de ver o mundo e de agir em sociedade.
Há estudiosos que investigam particularmente as tensões entre o ethos que aparece em nossos discursos e os conflitos, ambiguidades, convergências do que discursamos, enunciamos sobre nós e o que fazemos na vida prática, tema que considero muito apropriado e interessante! Pois, pelo que estudei e investiguei até agora sobre minha imagem de si e sobre as imagens de si de outros sujeitos ao longo da minha vida, percebo como somos seres contraditórios e pouco conscientes das relações entre nossas atitudes e nossas escolhas éticas. Pois, fragmentados entre ethos que estão em circulação, nem sequer conseguimos saber quando agimos em coerência com algum conjunto de hábitos, valores e atitudes que gostaríamos de defender ou que dizemos que defendemos em nossos discursos!
http://estruturaedinamicasocial.blogspot.com/2010/03/conceito-de-ethos-se-relaciona-com-os.html
Subjetividade

Subjetividade é entendida como o espaço íntimo do indivíduo (mundo interno) com o qual ele se relaciona com o mundo social (mundo externo), resultando tanto em marcas singulares na formação do indivíduo quanto na construção de crenças e valores compartilhados na dimensão cultural que vão constituir a experiência histórica e coletiva dos grupos e populações. A psicologia social utiliza freqüentemente esse conceito de subjetividade e seus derivados como formação da subjetividade ou subjetivação.
http://estruturaedinamicasocial.blogspot.com/2010/03/subjetividade.html
Identidade Cultural
A identidade cultural é um sistema de representação das relações entre indivíduos e grupos, que envolve o compartilhamento de patrimônios comuns como a língua, a religião, as artes, o trabalho, os esportes, as festas, entre outros. É um processo dinâmico, de construção continuada, que se alimenta de várias fontes no tempo e no espaço.
http://estruturaedinamicasocial.blogspot.com/2010/03/identidade-cultural-dicionario-de.html
Ética? Moral? Sinônimos? Não sinônimos?
Posso ter uma ética de como deveria agir e, ainda assim, fazer outra coisa? E se pensar eticamente de um jeito e me ver obrigada a agir de outra forma, como fica meu julgamento moral de mim mesma?Coisas para pensar… ou agir… pelo resto da vida!

Novos significados que os sujeitos constróem para suas identidades e subjetividades mudam políticas públicas de educação!

Pessoal, na linha das discussões desta semana sobre o pós-estruturalismo, vi esta notícia que tem tudo a ver com as possibilidades dos sujeitos poderem ser mais livres e felizes para construir novos significados (cultura) sobre suas identidades e subjetividades. Fiquei bem feliz, pois isso evitará que muitas pessoas sofram com a obrigação desumana de ter que adequar seus corpos e suas sensibilidades aos padrões de disciplinarização já criticados por Foucault há 50 anos atrás, como expliquei nas aulas.
VIVA AS BOAS TRANSFORMAÇÕES DO SÉCULO XXI!!!
bjs

RS: trans poderão usar nome social nas escolas Rio Grande do Sul autoriza uso de nome social de trans em documentos escolares

O Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul publicou nesta semana o Parecer nº 739/2009, que aconselha as escolas do sistema estadual de ensino a adotarem o nome social de alunos e alunas transexuais e travestis em seus documentos escolares como boletins e lista de chamada.

Na decisão, o Conselho argumenta que o “nome social de travestis e transexuais nos registros contribuirá para a inclusão dos mesmos no processo educativo”. Menores de 18 anos precisam da autorização de um responsável para pedir a troca do nome.

Com o parecer, o Rio Grande do Sul se torna o 12º Estado brasileiro a aceitar o nome social da população trans nas escolas. Já aceitam: Tocantins, Goiás, Santa Catarina, Paraná, Piauí, Paraíba, Pará, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Alagoas.

Fonte:

http://mixbrasil.uol.com.br/noticias/rs-trans-poderao-usar-nome-social-nas-escolas.html

"Geração N": estamos criando jovens incapazes?

Autor norte-americano critica exagero dos pais em relação ao estímulo positivo dos filhos. O resultado? Uma geração de narcisistas

Clarissa Passos, iG São Paulo | 30/06/2010 09:32

Geração N: jovens que acham que não precisam se esforçar para nada

Rob Asghar, ensaísta e articulista norte-americano, aponta em um artigo recente no Huffington Post o surgimento do que ele chama de “geração N”, formada por jovens narcisistas. Para ele, os pais norte-americanos, atormentados pela culpa por trabalhar muito ou por optar pelo divórcio, estão criando filhos sem limite algum. Inseguros, eles temem que o filho não goste deles, cedem a qualquer pedido das crianças e celebram toda e qualquer “conquista” do filho – até uma formatura de pré-escola.

O resultado é uma geração que se sente no direito de tudo, sem precisar trabalhar duro por nada. Rob cita uma pesquisa desenvolvida em conjunto pela San Diego State University e pela University of South Alabama, que concluiu que o narcisismo dos jovens norte-americanos cresceu nos últimos 15 anos – e que os Estados Unidos podem passar por problemas sociais quando estes jovens chegarem à idade adulta e assumirem cargos de poder.

O estudo, que envolveu dezenas de milhares de jovens universitários, detectou traços de “auto-respeito exagerado” e de um “infundado senso de merecimento”. Alguns pesquisadores chegaram a afirmar que a crise econômica mundial recente, desengatilhada por decisões de alto risco, já seja um resultado do narcisismo da geração.

Para Maria Irene Maluf, especialista em Psicopedagogia e em Educação Especial, esse cenário é comum aqui no Brasil também. Os pais que temem perder o amor dos filhos representam uma inversão absoluta de papéis. “Na minha época – eu tenho 57 anos e minha filha, 32 – eram os filhos que temiam perder o amor dos pais”, contrapõe. Hoje, este temor influencia até na transmissão de valores.

Oprimidos pela culpa ou afundados no próprio narcisismo, os pais temem colocar limites em seus filhos e criam crianças que serão eternamente dependentes deles. Sem parâmetros claros, as crianças crescem sem valores: não sabem respeitar os pais, pois nunca ouviram uma repreensão simples como “enquanto uma pessoa fala, a outra escuta”. Se alimentam mal e só comem quando querem, pois jamais os pais foram firmes e exigiram que ela se sentasse à mesa durante uma refeição. “Limite é a ética em ação”, explica Maria Irene. “Pais e mães narcísicos criam fracos”, resume.

Idade da influência

O psicólogo Caio Feijó, autor de “Pais Competentes, Filhos Brilhantes” (editora Novo Século), ressalta a importância do papel de pais e mães nas expectativas e na autoimagem da criança – e alerta que esse poder é limitado pelo tempo. “Os pais só têm uma influência grande sobre os filhos até antes da puberdade, por volta dos 10 ou 11 anos. Depois disso, vem o resultado”, diz.

“Dependendo de como os pais conduzem essa influência, eles criarão expectativas nos filhos sobre o que eles podem ou não alcançar”, continua. E o estímulo em excesso pode prejudicar tanto quanto chamar seu filho de “burro” ou de “inútil”, especialmente quando este estímulo indica uma projeção – por exemplo, aquele pai que é dentista e sempre comenta que o filho “vai ser um dentista genial, igual ao papai”, ou aquela mãe que sempre quis ser bailarina, mas não pôde estudar quando pequena, então matricula a filha em aulas diárias da dança, ainda que a menina não mostre o menor talento ou interesse pelas sapatilhas. “A superproteção traz consequências tão graves quanto o abandono”, finaliza.

Características da “Geração N”:

– Não têm noção de limite
– Acham que são merecedores de tudo
– Não sabem se esforçar para conseguir algo
– Não sabem como agir em situações adversas
– São criados por pais narcisistas, que competem entre si
– Não respeitam os outros

Fonte: http://delas.ig.com.br/filhos/geracao+n+estamos+criando+jovens+incapazes/n1237687814063.html

Acho que o Félix Guattari, com sua discussão sobre subjetividades, o Stuart Hall, com cultura e identidades, e o Edgar Morin, com seu pensamento complexo e os saberes necessários à educação do futuro, tinham que ser estudados e lidos por muita gente,para repaginar as instituições como família e escola, transformando a estrutura e a dinâmica social das futuras gerações narcisistas. Vejam se pelo menos vocês lêem e repaginam os blogs-projetos, por favor… bjs

mundos íntimos mobilizados e agenciados pelo Capetalismo e seus dispositivos maravilhosos!


Britânicos fizeram fila para o lançamento do iPhone 4; EUA, Japão, França e Alemanha também iniciam as vendas da quarta geração do smartphone da Apple nesta quinta-feira


Fotos do lançamento mundial do iPhone 4


Alex Lee e Priscila Lee enfrentaram uma viagem de oito horas de Dubai até Londres pelo iPhone

Vejam bem do que estamos falando… para onde vão as possibilidades criativas, as energias, os comportamentos expressivos, mundos íntimos de sujeitos tentando construir identidades/estilos de vida na sociedade complexa, já que o Estado Moderno e suas instituições disciplinadoras à moda foucaultiana não dão conta nem do básico:

24/06/2010 – 08h38
Irmãos viajam de Dubai a Londres pelo iPhone 4; aparelho é lançado em cinco países
FERNANDA CALGARO||Para o UOL Tecnologia
Em Londres

Fãs da Apple, os irmãos canadenses Alex Lee, 27 anos, e Priscila Lee, 15, enfrentaram uma viagem de oito horas de Dubai, onde vivem, até Londres e passaram duas noites na fila para conseguir comprar o iPhone 4. No total, foram 32 horas bem na porta da loja na Regent Street (onde eles eram os primeiros da fila), uma das principais ruas de comércio da capital inglesa.

Além do Reino Unido, o lançamento da quarta geração do smartphone, que vem com novo design e mais funções, também é realizado nesta quinta-feira (24) nos Estados Unidos, Japão, Alemanha e França. No Japão, primeiro país a começar as vendas da novidade por conta do fuso, o estoque do iPhone 4 se esgotou poucas horas depois que o aparelho foi colocado à venda.

Alex, que é consultor de negócios, já perdeu a conta exata de quantas vezes ficou numa fila da Apple. “Acho que esta é a 10ª ou 11ª vez. Já fiz isso em várias cidades do Canadá, nos Estados Unidos e também na Austrália.” A dupla chegou em Londres na terça (22) e, às 23h50 (19h50 em Brasília), se posicionou, com cadeiras e edredon, em frente à porta de vidro da Apple Store. “Usamos o banheiro da loja durante o dia e, à noite, um público que fica perto daqui”, conta Priscila.

Atrás deles, centenas de pessoas também se acomodaram como puderam na calçada. Pela manhã, um rastro de caixas de papelão desdobradas dava mostras da quantidade de gente que passou a madrugada ali. A temperatura bateu os 13º C, um pouco melhor do que no final de maio, quando chegou a 10º C na véspera do lançamento do iPad. Os lojistas das redondezas, acostumados com a movimentação e o burburinho dos eventos da Apple, aproveitaram para fazer a sua propaganda e distribuir bebidas e alimentos.

Até mesmo funcionários da própria Apple que estavam de folga nesta quinta entraram na fila de madrugada para garantir o seu aparelho. Precisava disso tudo? “Claro! É inacreditável o que esse novo iPhone faz”, disse Tom, que preferiu não dar o sobrenome.

O brasileiro Joaquim Miranda, de 15 anos, que mora em Londres desde os 6, também se postou à frente da loja por 13 horas. “Vai ser o meu primeiro iPhone. Fiquei empolgado com a câmera e a possibilidade de fazer videoconferência.”

Ironia
Por ironia, os irmãos Lee não foram os primeiros a entrar na loja. Minutos antes da abertura, às 7h (3h em Brasília), a fila de clientes foi dividida em dois: de um lado quem já tinha reservado e pago pelo site, e, do outro, quem não tinha reserva.

Sorte do estudante Ben Paton, 23 anos. Ele foi o primeiro a ter em mãos o novo iPhone. “Desculpe, Alex”, dizia, constrangido, ao canadense que abriu a fila na terça-feira. Animado com a compra (“a tela é incrível”), ele já definiu o destino do seu aparelho antigo. “Minha avó, de 80 anos, está louca por um. Ela gosta muito de tecnologia, de e-mail. Vou dar para ela.”

Na verdade, Alex e Priscila não se chatearam: viraram celebridades por algumas horas e foram entrevistados por diversos veículos da imprensa. Dos quatro aparelhos adquiridos, um será presente e outro entregue para a caridade. Segundo Alex, ainda há energia para, no mês que vem, enfrentar nova fila, desta vez no Canadá, quando está previsto o lançamento do novo iPhone naquele país.

Para o programador Louis Frankland, 23 anos, animado com os recursos da câmera e de chamada em videoconferência (realizada somente entre iPhones da quarta geração), a única desvantagem do iPhone 4 é o preço. No Reino Unido, o aparelho com 16 GB custa 499 libras (cerca de R$ 1.340) e o de 32 GB, 599 libras (aproximadamente R$ 1.600). “Por enquanto, poucos amigos meus vão poder comprá-lo, então não sei se vou conseguir usar tanto essa função do vídeo na chamada.”

O novo iPhone está disponível em duas cores, preto e branco, e nos Estados Unidos custa US$ 199 (16 GB) e US$ 299 (32 GB) – bem mais barato que no Reino Unido. Entre as novidades estão: espessura (24% mais fino que o modelo anterior); câmera frontal VGA e outra na parte traseira de 5.0 megapixels com flash LED e zoom digital de 5 vezes; o mesmo chip utilizado nos iPads (Apple A4); bateria de maior duração e recurso de videochamadas. Confira teste do produto feito por David Pogue, colunista do “New York Times”.

Fonte:
http://tecnologia.uol.com.br/mundo-apple/ultimas-noticias/2010/06/24/irmaos-viajam-de-dubai-a-londres-pelo-iphone-4-aparelho-e-lancado-em-cinco-paises.jhtm

Vide também:

No Japão, onde o aparelho foi lançado antes de outros países devido à diferença no fuso horário, consumidores se vestiram de iPhone ou pintaram imagens do aparelho no rosto.

“Não consigo parar de sorrir”, disse Noboru Takahashi, músico que estava esperando na fila desde segunda-feira na principal loja do Softbank em um elegante bairro comercial de Tóquio. Ele era o primeiro em uma fila com mais de 300 pessoas.


http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2010/06/24/fas+da+apple+perdem+sono+e+tomam+chuva+pelo+iphone+4+9521081.html

Música é tudo igual! Mas será mesmo?

Olá pessoal, como estão nesse feriado maravilhoso? Adorei esse feriado para poder por em dia muitas atividades, mas também pude descansar um pouco.

Pois bem, eis que estava eu estudando para fotônica (TENSO) e me deparo com um vídeo no youtube que expressa um fator muito interessante e que me levou a pensar na subjetividade que existe quando ouvimos uma música. Sim, qualquer “simples” música, que muitas vezes toca no rádio milhões de vezes.

Um grupo de comédia australiano chamado Axis (bem parecido com nossa atlética, hehe) of Awesome faz apresentações musicais parodiando muitos temas da atualidade. E justamente no vídeo abaixo eles mostram que com apenas 4 acordes é possível tocar uma infinidade de músicas atuais e não tão atuais, de muito sucesso (tanto que dizem que são músicas pop – o conceito de pop é uma outra problemática que podemos discutir em outro momento).

Realmente eles são demais, AWESOME!!!

O mais interessante é que não são músicas parecidas, de artistas semelhantes: eles tocam de U2, passando por Red Hot Chilli Peppers, Men at Work, Maroon 5, Beyoncé, The Calling, Bob Marley, e muitos outros, chegando a Lady Gaga. Pior é que é verdade!

http://www.youtube.com/v/5pidokakU4I&hl=pt_BR&fs=1&

Esse vídeo me fez pensar da seguinte forma: se tais músicas são tão semelhantes no que tange à forma de se tocar, o que faz com que sejam tão diversas em termos de público e significado?
Seria a letra? Seria o status do artista? O visual performático? Ou podemos incorporar todos esses aspectos dizendo: não seriam os símbolos e as subjetividades que atribuímos a tais músicas e artistas?

———-
Andrea Paula diz: ( 🙂 )

Aproveito para, depois do comentário, incorporar aqui um BACH, versão animação pop e mais música erudita versão pop show: tem gente que faz música erudita, com orquestra bonitinha e tudo, que vê e diz que é coisa do capeta o que fizeram! Espero que gostem: quem sabe dá uma animada nos estudos fotônicos, de EDS e afins 😕

Atenção! Sequência de posts para próxima aula: é para ler e ver…


Pessoal!

Como podem ler e ver, há uma sequência de posts sobre a temática da próxima aula:

17/03/2010 – Subjetividades, identidades, grupos, comunidades.
. transformações da idéia de sujeito e de subjetividades;
. construções identitárias individuais e coletivas;
. estruturas e dinâmicas de grupos e comunidades.

Gostaria, por favor, de contar com vocês para ler e ver os materiais postados, debaterem e comentarem, incorporando os materiais e referências durante as discussões em nossas aulas e na elaboração dos projetos nos blogs. Até o momento, não consegui enxergar na maioria dos blogs, se vocês estão se esforçando por refletir sobre essas noções já tratadas e apresentadas aqui e nas aulas, e que são importantes para os projetos de vocês: cultura, diversidade, identidade, subjetividade, comunidade, discursos, práticas culturais, representações, enfim… além da temática escolhida, os conceitos estão aí para serem relacionados a elas, como temos tentando fazer durante as aulas! Aguardo os posts para a semana.

BOM TRABALHO e até mais!